Cidades

Zona Azul

Osasco aprova sistema

Eduardo Metroviche

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Parquímetros devem diminuir o tempo de permanência dos veículos nas vagas

Viviane Ramos de Sousa

A Zona Azul com parquímetros, no centro expandido de Osasco, começou a funcionar na segunda-feira, 13. Os motoristas não demonstram dificuldades e a maioria aprova o sistema. Mas ressalva que pagar a zona azul e correr o risco de ter o carro furtado ou roubado não vale a pena. “Não nos importamos de pagar estacionamento na via pública, desde que a quantia arrecadada seja revertida para a melhoria da malha viária municipal. Mais policiais nas ruas é imprescindível”, disse a autônoma Elza Lira, 46, do Centro.
Já o serralheiro Walter Vinhas, 51, também de Osasco, teme o vandalismo. “Sem mais policiamento nas ruas, a prefeitura terá prejuízos. Vândalos vão destruir os parquímetros em pouco tempo e alguns vão furtá-los e vender no ferro velho”, ironizou.
Os moradores do centro expandido também aprovaram o sistema. “Os motoristas não respeitavam as vagas para deficientes. Sem contar que estacionavam seus veículos em frente às nossas garagens. Com fiscais nas ruas isso vai acabar”, destacou Ione Macedo, 85, moradora da rua João Crudo.
Quem não gostou foram os flanelinhas. “Ninguém mais vai pagar para a gente olhar o carro”, lamentou João Almeida, 23.
O sistema
Nos primeiros 15 dias, não haverá cobrança e monitores vão ajudar os motoristas. Foram instalados 50 equipamentos em 40 ruas entre a avenida dos Autonomistas, o Largo de Osasco, as ruas Antonio Agu, Primitiva Vianco e Pedro Fioreti, além de um trecho da avenida João Batista e das vias do Jardim Agu.
A cobrança começa no dia 28. Serão R$ 0,70 para 30 minutos de estacionamento, R$ 1,40 para uma hora e R$ 2,80 para duas horas, o período máximo. A máquina não dá troco e aceita apenas moedas.

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