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Camisa
Jogadores-símbolo ainda existem
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| Vampeta deu ânimo ao Timão |
O chamado amor à camisa pode estar praticamente extinto, substituído pelo chamado “profissionalismo”. Mas, nos clubes grandes paulistas, alguns jogadores ainda se identificam com o escudo que defendem.
Vamp
Aos 33 anos , o meio-campista Vampeta, do Corinthians, voltou ao clube. Diz que sequer contrato assinou e joga no Timão porque gosta. Na reestréia do volante, o time acabou com um jejum de 10 jogos sem vencer. Com Vampeta, o Alvinegro, que já esteve entre os quatro últimos, está agora em 12°.
Vamp conquistou a Fiel com juras de amor ao Timão, provocações aos rivais e, principalmente, duas grandes passagens pelo clube: de 1998 a 2000 e de 2002 a 2003. Entre os títulos do jogador no Corinthians, dois Brasileiros (1998 e 1999) e o Mundial da Fifa (2000).
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| Ceni: 753 partidas pelo Tricolor |
Rogério Ceni
Desde que chegou ao São Paulo para um teste em 1990, o ex-bancário Rogério Ceni não saiu mais e já disse que pretende um dia presidir o clube. É o maior goleiro-artilheiro da história, com 75 gols. É também o jogador que mais vestiu a camisa Tricolor. Até o momento, 753 vezes. Suas maiores conquistas foram a Libertadores e o Mundial de 2005.
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| Fábio Costa levanta a torcida |
Fábio Costa
No Santos, Fábio Costa será eternamente lembrado pelas defesas impressionantes que fez e pela liderança na final com o Corinthians em 2002, quando o Peixe saiu da fila de 17 anos e foi campeão brasileiro. Com 254 jogos pelo Peixe, ele costuma crescer em jogos decisivos e clássicos. A vibração com que comemora grandes defesas nessas partidas costuma levantar a torcida nas arquibancadas. Ele chegou ao Santos em 2000, vindo do Vitória/BA. Em 2004 e 2005, passou pelo Corinthians, período em que o Peixe não encontrou nenhum sibstituto à altura. Foi também bicampeão paulista (2006 e 2007).
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| Marcos: presença fundamental |
Marcos
O goleiro Marcos chegou ao Palmeiras em 1992, mas se tornou titular absoluto apenas em 1999, ano em que esteve à frente do Verdão em sua maior conquista: a Libertadores da América, e conquistou de vez a torcida, que desde então o chama de “São Marcos”.
Afastado desde março por problemas físicos, recebeu proposta do Botafogo, recusada logo de cara pela diretoria, que diz que sua presença é “fundamental” ao time. Já jogou 353 vezes com a camisa alviverde.
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