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Justiça

Acusado de assassinato, promotor
continua no cargo

O promotor público Tales Ferri Schoedl, que em 2004 matou a tiros o estudante Diego Mendes, 20, e feriu outro rapaz, no litoral norte de São Paulo, continua no cargo. Na quarta-feira, 29, o Colégio de Procuradores do Ministério Público decidiu manter Schoedl afastado, mas ainda como promotor substituto, recebendo salário de R$ 10.500,00.
As famílias das vítimas decidiram recorrer ao Conselho Nacional do Ministério Público, órgão federal que tem poder para reverter a decisão. Também anunciaram que vão levar o caso até a Organização dos Estados Americanos (OEA).
Com a permanência no cargo de promotor, Schoedl será julgado pelo crime, no âmbito criminal, pelo Tribunal de Justiça. Caso perdesse o cargo, seria submetido a júri popular.

Diego Mendes foi assassinado em Riviera de São Lourenço, no litoral. O grupo do qual fazia parte teria mexido com a namorada do promotor, que, após ser preso, alegou legítima defesa.

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