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Bancários cobram compromisso formal contra demissões no Itaú e no Unibanco
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região quer que as direções dos bancos Itaú e Unibanco se comprometam formalmente com a manutenção dos empregos nos dois bancos, cuja fusão foi anunciada no último dia 3. A exigência foi feita na reunião entre empresários e bancários na segunda-feira, 10.
O sindicato espera que a assinatura do documento ocorra na próxima reunião do grupo, que deve ter a data anunciada até esta sexta-feira, 14. “Cobramos que os diretores do Itaú e do Unibanco assinassem um documento que confirmasse o que foi dito pelos presidentes dos bancos, após o anúncio da fusão”, relata o presidente do Sindicato, Luiz Cláudio Marcolino.
Roberto Setúbal, do Itaú, e Pedro Moreira Salles, do Unibanco, afirmaram que estão criando um novo banco e que não haveria demissões nem fechamento de agências: “estamos fazendo esse negócio olhando para o crescimento, não para a redução”.
Para Marcolino, demissões seriam totalmente injustificadas. “A fusão transforma esse novo banco no maior do Brasil e do Hemisfério Sul, com condições de concorrer com grandes instituições do mundo. Ou seja, não precisam demitir, pelo contrário, devem contratar para fazer frente ao grande negócio que acabaram de concretizar”, diz.
Mesmo assim, o sindicato orienta os bancários a denunciar caso ocorram demissões.
Banco do Brasil pode fechar compra da Nossa Caixa a qualquer momento
Valter Campanato/ABr

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| Transação que envolve o BB e banco paulista pode chegar a R$ 7 bilhões |
Segundo o jornal Valor Econômico de quarta-feira, 12, o fechamento do negócio de compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil pode ser anunciado a qualquer momento, a partir desta sexta-feira.
O preço da transação seria de R$ 7 bilhões. A forma de pagamento, diz o jornal, ainda está em discussão, mas o BB deve efetuar o crédito total em três parcelas: uma à vista, a segunda em seis meses e a última em um ano.
O governo federal, de acordo com a reportagem, espera que a operação seja concluída a tempo de a Assembléia Legislativa aprovar o negócio antes do recesso de fim de ano. |