40 mil tomam as ruas de São Paulo pela pauta trabalhista

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Caminhada foi da Praça da Sé até o vão livre do Masp, na avenida Paulista / Foto: Eduardo Metroviche

Caminhada foi da Praça da Sé até o vão livre do Masp, na avenida Paulista / Foto: Eduardo Metroviche
Caminhada foi da Praça da Sé até o vão livre do Masp, na avenida Paulista / Foto: Eduardo Metroviche

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Auris Sousa

Com faixas e bandeiras pela aprovação da pauta trabalhista, cerca de 40 mil trabalhadores, inclusive da região de Osasco, tomaram as ruas da Capital na quarta-feira, 9. O ato foi organizado pelas Centrais Sindicais Força Sindical, CTB, CGTB, CUT, Nova Central e UGT.
A concentração começou às 10h na Praça da Sé, de onde trabalhadores de diversas categorias e de vários estados seguiram pela avenida Brigadeiro Luís Antônio até o vão livre do Masp, na avenida Paulista. Crianças, estudantes e aposentados também participaram da marcha.

Centrais sindicais organizaram protesto

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A pauta de reivindicações é extensa. Inclui o fim do fator previdenciário; jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial; política de valorização dos aposentados; arquivamento do Projeto de Lei 4.330, sobre terceirização; correção da tabela do Imposto de Renda; mais investimentos em saúde, educação e segurança e melhoria do transporte público.

Além de pressionar o governo federal e o Congresso a negociar a pauta dos trabalhadores, a Marcha teve outra meta. “O objetivo principal é mostrar para a sociedade a unidade dos trabalhadores e a nossa pauta, que trará muitos avanços”, enfatizou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres.
No entanto, ele observou que só a Marcha não será suficiente. “Vamos mobilizar mais os trabalhadores para o governo avançar na nossa pauta”, ressaltou.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, comparou o ato com outras mobilizações do movimento sindical. “É como uma campanha salarial. Essa marcha representa uma greve”.

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“Marcha não é ato contra o governo”

Durante o ato, os dirigentes sindicais fizeram questão de enfatizar que a Marcha não é contra o governo, mas uma cobrança extensiva a todos os poderes sobre o não atendimento de uma série de reivindicações, muitas das quais com quase duas décadas de espera, como, por exemplo, a redução da jornada de trabalho.

Comentários

1 COMENTÁRIO

  1. c9 ate9 bom que possamos nos exapsserr emostrar aos outros SINDICATOS que es-tamos unidos e preparados para enfren-tar o que precisar. Esse velho ditado aindae9 poderoso: A UNIc3O FAZ A FORc7A!!!

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