Ações conjuntas para problemas sem fronteiras

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Com o fôlego renovado pelas mudanças no cenário político da região, voltou com força total à ordem do dia a discussão sobre a criação de um consórcio regional ou mecanismos semelhantes – alguns falam em agência de desenvolvimento regional – para a discussão de problemas comuns aos municípios que compõem a região metropolitana Oeste da Grande São Paulo.

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O prefeito de Osasco, Jorge Lapas, tem buscado o diálogo com os vários prefeitos eleitos ou reeleitos nos municípios vizinhos com essa meta. Por sua vez, o prefeito de Barueri, Gil Arantes, conforme ele próprio relata em entrevista ao Visão Oeste nesta edição, também tem estabelecido conversações neste sentido com os demais prefeitos.

Os problemas comuns entre as cidades continuam a existir e a se agravar

Chega a parecer um contrassenso que tal vontade, frequentemente expressada em gestões anteriores na maioria das Prefeituras da região, não tenha se tornado realidade. Talvez explique-se pelo fato, como tem dito chefe do Executivo osasquense em algumas reuniões, que o ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, não fosse muito adepto desse diálogo.

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Com a alteração do tabuleiro da política regional, surge uma luz no fim do túnel. E já não era sem tempo. Os problemas comuns, que ignoram as fronteiras das cidades ou quaisquer outras barreiras políticas, ideológicas ou geográficas, continuam a existir e, pior, se agravar. Aumento do trânsito e escassez de acessos e saídas às Rodovias, destinação final e tratamento do lixo; até o atendimento à saúde fazem parte do crescente grupo de problemas cuja solução não apenas não é simples, como não se dará pela iniciativa isolada de uma única cidade.

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