Alckmin admite que já existe rodízio de água

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Na segunda-feira, 4, em Osasco, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) falou sobre a crise no abastecimento de água e defendeu a gestão da Sabesp. Segundo ele, o abastecimento está garantido até o próximo período de chuvas. Alckmin admitiu, no entanto, que há um rodízio em andamento. “Já fizemos a explicação mostrando as medidas que a Sabesp vem tomando, que equivalem a um rodízio de 36h por 72h, sem prejudicar a população. Isso foi obtido transferindo regiões inteiras que eram abastecidas pelo Cantareira para outros sistemas, especialmente o Guarapiranga, Rio Grande, Rio Claro e Tietê”, afirmou.

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MPF recomendou o racionamento 

O governador voltou a dizer que o abastecimento será assegurado. “Temos um cronograma delineado para assegurar água até o período das chuva novamente. Estamos preparados para a seca”, disse. Na semana passada, o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo recomendou ao governo do estado e à Sabesp que apresentem projetos para a implementação do racionamento de água nas regiões atendidas pelo Sistema Cantareira, para evitar um colapso do sistema. “O MPF não descarta a adoção de medidas judiciais caso o governo não atenda à medida”, informou o órgão em nota divulgada à imprensa.

Com atraso, centro oncológico será  inaugurado sem radioterapia

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Alckmin esteve em Osasco nesta segunda-feira, 4, para fazer uma “visita técnica” à unidade do Instituto do Câncer (Icesp) na Vila Yara, que vai ser inaugurada oficialmente dia 11. Como é candidato à reeleição, o governador não pode participar de inaugurações, mas a lei permite que faça vistorias em obras, sem a presença de militantes e materiais de campanha.

A unidade do Icesp em Osasco vai operar num primeiro momento somente quimioterapia. Para realizar procedimentos de radioterapia é preciso um equipamento chamado acelerador linear, que, segundo Alckmin, vai chegar “ainda esse ano”. Esta é a primeira vez que o Icesp terá uma unidade fora de sua sede na Capital. “Mais de 10% dos pacientes do Icesp são de Osasco e região e vão passar a ser atendidos na própria cidade”, explicou o governador.

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O deputado estadual Marcos Martins (PT), que liderou desde 2009 o movimento pela instalação do centro oncológico em Osasco, alertava sobre a falta do equipamento necessário para a radioterapia. Martins visitou o local dia 28 e falou sobre o assunto. “Sem este equipamento, que é importado, não será possível atender os pacientes no prazo estabelecido pelo governo”, reclamou.

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