11 vereadores de Osasco estão presos desde o dia 6, na penitenciária de Tremembé, no interior paulista / Foto: Leandro Conceição

Além do prefeito eleito de Osasco, Rogério Lins (PTN), os vereadores João Góis (PT), Rogério Silva (PRB), Maluco Beleza (PTB), Josias da Juco (PSD), Jair Assaf (PROS), De Paula (PSDB) e Antonio Aparecido Toniolo (PCdoB) também tiveram liminar, no pedido de habeas corpus contra a prisão preventiva, negado nesta terça-feira, 13, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

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Dos 21 vereadores de Osasco, 11 estão presos desde terça-feira, 6, na penitenciária de Tremembé, no interior paulista, na Operação Caça Fantasmas, do Ministério Público estadual.

Os vereadores são acusados de participarem de um esquema de contratações de funcionários fantasmas. Eles alegam inocência.

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“A concessão de liberdade provisória, assim como a aplicação das medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal, exigem exame minudente de circunstâncias objetivas da causa, sem embargo do eventual preenchimento de requisitos subjetivos, procedimento inadequado à esfera de cognição desta fase processual. Por conseguinte, indefiro a liminar”, declarou, nas decisões, o desembargador Fábio Gouvêa, do TJSP.

Lins, Karen e Andrea podem ser presos a qualquer momento 

Além dos 11 detidos, podem ser presos a qualquer momento Rogério Lins, que não foi detido por estar em viagem aos Estados Unidos com a família, Karen Gaspar (PTdoB), que estava viajando no dia das prisões e ainda não se entregou, e Andrea Capriotti (PEN), que se recupera no hospital das sequelas de um acidente de carro.

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