Ar-condicionado, ventilador ou climatizador para espantar o calor? Especialista dá dicas

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Em um dos principais desenhos animados do mundo, os Simpsons recorrem ao ventilador / Foto: reprodução
Em um dos principais desenhos animados do mundo, os Simpsons recorrem ao ventilador / Foto: reprodução

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É verão. Tempo de sol, praia, piscina… Mas e quando estamos em casa ou em um lugar fechado? Qual a melhor maneira de se refrescar do calor? Confira dicas sobre a escolha correta pelo produto mais indicado para cada necessidade:

Ar-condicionado

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Com precisão, o aparelho possibilita ao usuário controlar a temperatura do ambiente e refrigerá-lo rapidamente, tendo em vista que a sua potência e capacidade de resfriamento diminuem a temperatura em até 16 graus. O funcionamento consiste na retirada do ar quente do local, que é refrigerado e devolvido ao ambiente, tornando o clima ameno ou frio.

“Quem optar por essa solução, deve levar em consideração alguns critérios antes da instalação, ou seja, verificar se há incidência direta do sol no local que acomodará o aparelho, além de calcular a área do ambiente e quantas pessoas costumam frequentá-lo”, explica o  coordenador de materiais elétricos da Telhanorte, Rinaldo Machado dos Santos.

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O cálculo pode ser facilmente obtido por meio de uma visita técnica ou utilizando a calculadora de BTUS (Unidade Térmica Britânica). O ponto desfavorável do produto é o alto índice de consumo de energia elétrica.

Ventiladores

Para ambientes com temperaturas elevadas e onde não há incidência direta do sol, o ventilador é a solução mais indicada ao permitir a circulação da massa de ar quente, diminuindo em cerca de três graus a temperatura do lugar.

Com diversos modelos, podendo ser de parede, de mesa, de chão, fixos ao teto ou aparelhos circuladores, os ventiladores conseguem refrescar ambientes de até 20m² com até cinco pessoas.

A diferença entre as três opções está no alcance do vento, uma vez que os modelos de teto distribuem o ar de modo uniforme, enquanto os de parede e de chão produzem mais ventilação, enviando o ar frio para distâncias maiores, assim como os de mesa e os circuladores, que cumprem o mesmo papel, porém com alcance menor. O consumo médio de energia chega a 127 watts.

“Quanto mais hélices ou pás, maior será o volume de ventilação, que está diretamente ligado à rotação do motor. Portanto, a escolha pelo ventilador deve levar em conta o design e o motor, sendo este último fator é elementar para determinar a potência de alcance de ar fresco, o gasto com a energia elétrica e o som emitido pelo aparelho que, dependendo da área empregada, como salas de estudo, por exemplo, pode ser ponto desfavorável”, aconselha Santos.

Climatizadores

Para quem possui problemas respiratórios, os climatizadores de ambientes podem ser boa alternativa para amenizar o calor. Capazes de diminuir até 8ºC na temperatura, os climatizadores utilizam água em seu funcionamento, fazendo com que o ar circule sobre a água, forçando sua evaporação e, consequentemente, baixando a temperatura.

Com relação ao gasto de energia, o consumo pode ser comparado ao de uma lâmpada de 100 watts. “Outro fator importante é que, além de possuir a função de refrescar ambientes menores, alguns aparelhos podem ser usados para aquecer o ambiente durante o inverno, tornando o seu uso apropriado o ano inteiro”, complementa coordenador de materiais elétricos da Telhanorte.

Selo de eficiência

Além de todos esses fatores, é importante observar o selo de classificação de eficiência energética do Inmetro, que indica os índices de produção de energia de cada produto, classificando-os entre “mais eficiente” até “menos eficiente”.

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