Artigo – A melhor Copa da história, dentro e fora de campo

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Por Valdir Roque – vereador, líder da Bancada do PT na Câmara Municipal de Osasco

Valdir Roque - vereador em Osasco pelo PT
Valdir Roque – vereador em Osasco pelo PT

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É uma felicidade enorme ver que, dentro e fora de campo, a Copa do Mundo no Brasil é um grande espetáculo!

Dentro de campo, vemos repetidamente belas demonstrações de talento, raça, amor à camisa, espírito esportivo com grandes jogos, sem violência e com alta média de gols.

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Além disso, o esporte nos ajuda, nos motiva, nos faz sonhar. Mostra que batalhando podemos conquistar tudo que sonhamos. Mais que um feito histórico para eles, a campanha da Costa Rica, que passou pelos gigantes Uruguai e Inglaterra, é um exemplo disso. Ou os jogadores de Gana, que, com muita raça frearam a frieza alemã.

Fora de campo, contrariando todas as previsões da torcida do contra, de uma mídia dominada pelo complexo de vira-latas, a Copa no Brasil é repleta de elogios dos estrangeiros, da mídia estrangeira.

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Vejam só… É preciso vir estrangeiros aqui para nos fazer ver o que nosso país tem de bom, que estamos crescendo e somos capazes de receber bem um evento de grande porte, como a Copa do Mundo, que movimenta a economia, traz investimentos, gera emprego e renda.

Enquanto GloboVejaFolha de S. PauloEstadão, fizeram coro de que tudo daria errado, vêm veículos como New York Times, o jornal mais influente do mundo, e crava: “As previsões catastróficas não se concretizaram”. O jornal destacou ainda que a realização da Copa no Brasil é um sucesso incrível. A TV Eurosport falou em “melhor Copa de todos os tempos”.

Vejam também o que a Rádio França Internacional disse sobre a Copa no Brasil: “A imprensa internacional é só elogios para o Brasil. Alguns jornais já chegam até mesmo a sugerir que este Mundial é o melhor de todos os tempos. A cordialidade dos brasileiros aliada à boa qualidade dos jogos parece ter apagado da memória o pessimismo que pairava há até quando teve início o evento”.

Os turistas também têm elogiado muito. Ao Estadão, o engenheiro indiano Rakesh Karun, de 38 anos, declarou: “Diante das notícias que víamos antes de chegar aqui, esperávamos o caos. Mas não foi isso que encontramos. Na realidade, houve mais organização até do que já vimos em alguns países europeus”.

Diante do inegável sucesso do evento que precisou ser escancarado pela imprensa estrangeira, começou a surgir na imprensa daqui o reconhecimento, ou admissão dos erros de avaliação.

O escritor Ruy Castro, colunista da Folha de S. Paulo, disse: “nossa imprensa foi rigorosamente espírito de porco antes de a Copa começar”. De acordo com Ruy Castro, a cobertura da imprensa brasileira sobre a Copa teve uma “enorme má vontade, o tempo inteiro”.

Na mesma Folha de S. Paulo, o colunista Nelson de Sá cravou: “Prenúncio de que Copa seria o fim do mundo não durou três dias”. O mesmo jornal publicou até um artigo de uma jornalista que, desanimada pela cobertura da mídia brasileira com a Copa decidiu não acompanhá-la e, claro, se arrependeu!

Está sendo a Copa das Copas. É muito bonito ver as confraternizações entre torcedores brasileiros e estrangeiros, a festa feita em torno do esporte!

E a preparação para receber o Mundial, os turistas, brasileiros e estrangeiros, deixam um legado. Um legado que, como bem disse a presidente Dilma, não é da Copa. É nosso!

Após a Copa, na qual esperamos que nossa seleção conquistará o hexa, as  obras de modernização dos aeroportos, de mobilidade, de infraestrutura ficarão como legado.

Sou um cidadão brasileiro, amo muito meu país e quero usar todas as oportunidades disponíveis para mostrar a verdade e ajudar a elevar a auto-estima do meu povo, esse povo fraterno, batalhador, humilde, e mostrar que temos motivos de sobra para nos orgulharmos do nosso país! Que nosso país está avançando cada vez mais! E que é cada vez mais claro que o Brasil real não é que se vê na nossa mídia.

Viva a seleção brasileira! Viva a Copa das Copas! Viva o nosso Brasil!

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