Artigo – Uma nova governança para um novo desenvolvimento

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Vivemos um tempo onde é absolutamente acirrada a concorrência entre as organizações que cada vez mais são chamadas a serem criativas e competitivas.

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De uma maneira geral não é incomum o fato de que as empresas não competitivas simplesmente entrem em colapso e quebrem.

Entretanto neste ambiente de disputas existem situações em que lobby e outros subterfúgios vão se desenvolvendo a fim de mascarar a concorrência verdadeira e legítima, atravessando os caminhos e acabando por macular os procedimentos em que corruptos e corruptores passam a personificar dois lados de uma moeda bastante parecida.

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Uma parte da resultante deste processo tem sido escandalosamente apresentada por conta da “Operação Lava Jato” em que representantes de governos e empresas se encontram em situações não republicanas e cujas consequências são o aprofundamento dos níveis de descrença na política.
Diante desta realidade há algumas possibilidades com as quais tenho grande discordância: em primeiro lugar existem aqueles que dizem: “político é tudo igual e eu não tenho nada com isso”.
Em segundo lugar, outros afirmarão: “sempre foi assim e nunca vai mudar”.

Será que nunca vamos mudar? Será que vamos simplesmente nos resignar?

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Ao longo da minha história como gestora pública ou como articuladora de organizações sindicais e sociais tenho procurado construir um caminho diferente e sinto que felizmente a aposta que tenho feito me distancia do jogo do “vale tudo”. Por este motivo acredito sinceramente que é possível, do ponto de vista pessoal, manter uma postura séria e responsável no trabalho cotidiano. E digo que tenho feito a minha parte com absoluta convicção!

De outro modo fico ainda bastante entusiasmada por reconhecer no prefeito e amigo Jorge Lapas alguém com quem podemos compartilhar um profundo respeito pela postura ética e solidária. Mas sinto que é preciso ir além, é necessário fazer no presente um movimento que garanta as possibilidades de uma nova governança.

Tenho certeza que à frente de instituições da gestão pública, no caso a SDTI – secretaria em que tenho trabalhado em Osasco – estou fazendo a minha parte, procurando contribuir com um fazer política onde seja garantido cada vez mais eficiência e eficácia dos serviços, combinado sempre com dialogo e participação da sociedade.

É fato que haveremos de avançar em várias áreas, mas é certo que temos com nosso trabalho procurado dar os exemplos nos quais acreditamos.

*Mônica Veloso é diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e secretária de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão de Osasco

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