Artigo – Uma nova governança para um novo desenvolvimento

0

Vivemos um tempo onde é absolutamente acirrada a concorrência entre as organizações que cada vez mais são chamadas a serem criativas e competitivas.

publicidade

De uma maneira geral não é incomum o fato de que as empresas não competitivas simplesmente entrem em colapso e quebrem.

Entretanto neste ambiente de disputas existem situações em que lobby e outros subterfúgios vão se desenvolvendo a fim de mascarar a concorrência verdadeira e legítima, atravessando os caminhos e acabando por macular os procedimentos em que corruptos e corruptores passam a personificar dois lados de uma moeda bastante parecida.

publicidade

Uma parte da resultante deste processo tem sido escandalosamente apresentada por conta da “Operação Lava Jato” em que representantes de governos e empresas se encontram em situações não republicanas e cujas consequências são o aprofundamento dos níveis de descrença na política.
Diante desta realidade há algumas possibilidades com as quais tenho grande discordância: em primeiro lugar existem aqueles que dizem: “político é tudo igual e eu não tenho nada com isso”.
Em segundo lugar, outros afirmarão: “sempre foi assim e nunca vai mudar”.

Será que nunca vamos mudar? Será que vamos simplesmente nos resignar?

publicidade

Ao longo da minha história como gestora pública ou como articuladora de organizações sindicais e sociais tenho procurado construir um caminho diferente e sinto que felizmente a aposta que tenho feito me distancia do jogo do “vale tudo”. Por este motivo acredito sinceramente que é possível, do ponto de vista pessoal, manter uma postura séria e responsável no trabalho cotidiano. E digo que tenho feito a minha parte com absoluta convicção!

De outro modo fico ainda bastante entusiasmada por reconhecer no prefeito e amigo Jorge Lapas alguém com quem podemos compartilhar um profundo respeito pela postura ética e solidária. Mas sinto que é preciso ir além, é necessário fazer no presente um movimento que garanta as possibilidades de uma nova governança.

Tenho certeza que à frente de instituições da gestão pública, no caso a SDTI – secretaria em que tenho trabalhado em Osasco – estou fazendo a minha parte, procurando contribuir com um fazer política onde seja garantido cada vez mais eficiência e eficácia dos serviços, combinado sempre com dialogo e participação da sociedade.

É fato que haveremos de avançar em várias áreas, mas é certo que temos com nosso trabalho procurado dar os exemplos nos quais acreditamos.

*Mônica Veloso é diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e secretária de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão de Osasco

Comentários

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigo anteriorMembro do Secor integra direção da CUT
Próximo artigoEmprego na indústria recua em agosto