Banqueiros e ricaços contra o Brasil de Dilma

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A presidenta Dilma Rousseff chegou para ajustar a economia brasileira aos anseios populares. Ao mesmo tempo em que moderniza o País, mantém nas estratégias de seu governo a ampliação da parte que sempre foi devida aos setores populares.
Antes da era Lula, ao longo de todos os governos que controlaram o Brasil, modernizar significava melhorar ainda mais os ganhos das elites locais e internacionais. Foi assim que viramos quintal e cassino financeiro das grandes economias dos ditos países desenvolvidos.

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Os banqueiros e multinacionais estrangeiros transferiam para cá seus bilhões de dólares, em conluio com nossas elites, estimuladas pelos governos, para emprestar dinheiro para sustentar a dívida pública do governo, a juros altíssimos e em seguida transferir os polpudos lucros para seus cofres e manter nosso povo trabalhador na miséria.
De acordo com o secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, “o Brasil vive exatamente o oposto das economias mundiais. Nosso cenário é de queda da dívida pública em relação ao PIB. Nossa política fiscal tem nos levado à redução continuada da dívida”.

Com Lula e, principalmente, com Dilma essa transferência de nossas riquezas para os cofres das elites nacionais e internacionais acabou. A ponto de os banqueiros nacionais e internacionais estarem chorando em coro e agindo nos bastidores contra as políticas públicas adotadas pela presidenta Dilma.
Somos trabalhadores, somos cidadãos e consumidores da base da pirâmide, mas não somos bobos e não nos deixamos mais enganar pelas ladainhas das elites que a cada dia que passa têm percebido que o Brasil muda e se moderniza. Sem deixar de fora, como era hábito, as classes populares.
Percebemos, também, que na nova economia desenhada pelo governo Dilma, quem quiser (e souber) investir terá chances de participar das riquezas.
Como?

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Investindo na produção, na geração de novos empregos e na competitividade de nossos produtos e serviços. E quem achar que a mamata das aplicações financeiras vai continuar, vai perder gradativamente espaço na nova economia.
É a modernidade capitalista chegando ao nosso Brasil. Não somos mais cassino e nem quintal do mundo capitalista.
A economia brasileira muda para melhor todos os dias. Com apoio sempre continuado dos trabalhadores e da nova classe média.

Cícero Martinha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá

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