Bebê de Cotia precisa de tratamento de R$ 45 mil para conseguir viver sem traqueostomia

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Allana bebê de cotia
Allana luta pela vida desde antes de nascer / Foto: Arquivo Pessoal

A pequena Allana Milloch Fonseca, de 1 ano e 7 meses, moradora de Cotia, foi diagnosticada recentemente com estenose subglótica grau 2, um tipo de estreitamento na traqueia que a impede de respirar sozinha. A bebê, que vive com uma traqueostomia há mais de um ano, precisa realizar um tratamento que custa em torno de R$ 45 mil, mas a família não tem condições financeiras e pede ajuda.

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Quem acompanha o Visão Oeste já conhece a história da Allana, que só conseguiu receber o diagnóstico após a família fazer uma campanha de arrecadação para custear o exame chamado Broncoscopia, capaz de identificar o motivo de a pequena ter dificuldades para respirar. Com o resultado em mãos, a família passou a correr em busca do tratamento, que inclui um exame de R$ 15 mil e ao menos cinco sessões de dilatação, com valor que varia entre R$ 3 mil e R$ 5 mil cada.

“Com o diagnóstico, a gente conseguiu descobrir que a nossa filha tem um estreitamento com obstrução de grau 2 na traqueia. Ou seja, depende 60% da traqueostomia para respirar e os outros 40%, ela respira por vias próprias”, explica Dienifer Bragiato Fonseca Miloch, mãe da bebê, ao Visão Oeste.

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allana bebê de Cotia
Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com Dienifer, a sessão de dilatação da qual Allana precisa é um procedimento realizado exclusivamente em centro cirúrgico, o que inclui anestesia geral, equipe médica com cirurgião, anestesista, entre outros. Já a quantidade de sessões varia de criança para criança. O médico que acompanha o caso de Allana acredita que ela tenha que passar por cinco sessões para conseguir a abertura total da traqueia e conseguir respirar sem a traqueostomia.

Agora, a meta da família da bebê de Cotia é arrecadar os R$ 45 mil. Para doar, basta acessar o link da vaquinha Todos por Allana. “A gente agradece demais a cada pessoa que já doou. Só conseguimos saber o que ela tem por causa do valor arrecadado pela vaquinha e somos muito gratos por cada um que contribuiu. Agora a nossa maior luta é conseguir começar esse tratamento o quanto antes para ver a nossa filha livre dessa traqueostomia”, afirma Dienifer.

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Relembre a história da Allana, bebê de Cotia

Allana luta pela vida desde o ventre da mãe, quando foi tida como morta pelos médicos, mas veio ao mundo em agosto de 2019, com apenas 26 semanas de gestação, pesando 530 gramas. Devido ao grau de prematuridade, Allana precisou ficar sete meses na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal.

vaquinha bebê de cotia
Contribua com a vaquinha virtual #TodosPelaAllana / Foto: Reprodução

Allana é fruto de uma gestação gemelar. Aylla, sua irmã chegou a ficar dois meses na UTI e depois recebeu alta. Já Allana foi submetida à uma traqueostomia aos cinco meses porque não conseguia respirar sozinha e estava entubada há um bom tempo.

Hoje pesando cinco quilos (peso considerado comum para um bebê de até dois meses), Allana vive há mais de um ano com a traqueostomia e para retirá-la, precisa do tratamento. A família não conseguiu realizar o exame para ter o diagnóstico de Allana na rede pública de saúde devido ao seu grau de prematuridade e, com a ajuda da vaquinha virtual, pagou o procedimento na rede privada, mas precisa inciar o tratamento.

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