Bolsonaro diz que auxílio emergencial será mantido, porém com menos de R$ 600

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Foto: Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirma que o auxílio emergencial em meio à crise causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) será mantido após as três parcelas de R$ 600, mas com um valor menor.

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O governo articula com o Congresso a aprovação de mais duas parcelas no valor de R$ 300. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defende a manutenção dos R$ 600. “Na Câmara, por exemplo… vamos supor que chegue uma proposta de duas (parcelas) de R$ 300. Se a Câmara quiser passar para R$ 400, R$ 500 ou R$ 600. Qual vai ser a decisão minha? Pra que o Brasil não quebre… se a gente pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto”, afirmou Bolsonaro.

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Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

“A gente não pode gastar mais R$ 100 bilhões. Se nós nos endividarmos muito, a gente extrapola nossa capacidade de endividamento. Estamos com a taxa Selic [taxa básica de juros da economia] a 3%, o juro a longo prazo baixou bastante, se nós não tivermos cuidado a Selic pode subir. Cada vez mais o que produzirmos de riqueza vai para pagar dívidas”, declarou o presidente, em live nas redes sociais.

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Na próxima semana, deve ser divulgado o calendário de pagamento da terceira e última parcela de R$ 600 para o auxílio emergencial.

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