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Criação de centros regionais para atendimento de TEA e TDAH é tema de discussão no Cioeste

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Cioeste TEA TDAH
Foto: divulgação

A Câmara Técnica de Educação do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste) deu início a uma importante discussão sobre a criação de espaços regionais para atendimento conjunto de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e outras necessidades especiais.

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Durante a primeira reunião de 2024, realizada na terça-feira (4/6), o secretário de Educação de Cajamar, Régis Souza, apresentou uma proposta focada no atendimento especializado a esse público. A ideia é estabelecer centros de apoio em regiões estratégicas, baseados no modelo existente em Cajamar, que conta com uma equipe multidisciplinar composta por fonoaudiólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, médicos neurologistas e psiquiatras infantis.

Nesses centros, seria possível emitir laudos de forma precoce, acelerando o atendimento das crianças e adolescentes. Além disso, cada estudante teria um auxiliar em sala de aula, seguindo o exemplo de Cajamar, onde atualmente 250 estagiários atuam como auxiliares nos períodos da manhã e da tarde.

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A proposta, apresentada por Régis Souza em alinhamento com o prefeito de Cajamar, Danilo Juan, e a Secretaria de Educação do município, visa superar os desafios no atendimento a esses alunos por meio de uma abordagem conjunta entre as cidades da região.

Durante o encontro, os participantes, incluindo secretários e coordenadores de Educação de toda a região do Cioeste, discutiram os desafios existentes, a atuação das secretarias de Saúde e do Ministério Público, bem como os projetos já em andamento nas cidades, como o programa Mãe Atípica de Jandira.

Temas como o transporte para esses estudantes, políticas públicas e possíveis parcerias também foram abordados. Além disso, foi dado o pontapé inicial para a formação do primeiro Fórum de Educação da região, com a participação de promotores de justiça das cidades, visando tratar especificamente do atendimento a crianças com necessidades especiais.

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