Denúncias contra Prevent Senior geram Moção de Repúdio na Câmara de Osasco

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Divulgação

A vereadora Juliana da Ativoz (PSOL) protocolou na Câmara de Osasco uma moção de repúdio à Prevent Senior. A operadora de saúde é acusada de alterar prontuários médicos para maquiar mortes por covid-19, fazer pesquisa médica sem consentimento de pacientes e distribuir medicamentos sem eficácia comprovada para o suposto tratamento precoce contra a doença. As denúncias vêm sendo investigadas na CPI da Covid realizada no Senado.

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Entre as acusações das quais a Prevent Senior é alvo, Juliana considera o “ponto mais grave” as denúncias de que a operadora supostamente tenha usado pacientes como “cobaias humanas” ao disseminar o chamado ‘Kit Covid’. “Isso fere a dignidade a confiança das pessoas, do trabalhador, que se esforça para conseguir manter um plano de saúde”, declarou a vereadora.

“No que temos segurança se a gente não pode confiar no sistema público de saúde, que mesmo com Estado e município tendo condições de investir diretamente, sem terceirizar, tem uma tentativa de sucateamento? E como faz na questão dos serviços que são pagos pela população?”, questionou.

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A vereadora Juliana da Ativoz (PSOL)

Em depoimento à CPI, a advogada Bruna Morato, que representa médicos que acusam a Prevent Senior de práticas ilícitas em meio à pandemia, afirmou que recebeu relatos de que funcionários da empresa teriam sidos obrigados a trabalhar infectados com o novo coronavírus. “Médicos e enfermeiros foram trabalhar infectados. […] A orientação, acredito eu, era pela escassez do corpo clínico, e partiu da diretoria da Prevent Senior”, declarou.

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