Início Cidades Barueri Em reunião, vigilantes votam a favor da luta por ticket-refeição obrigatório

Em reunião, vigilantes votam a favor da luta por ticket-refeição obrigatório

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“Somos prestadores de serviços e não podemos ficar dependentes do acesso aos refeitórios das empresas. Merecemos este benefício”, disse o presidente do Sindicato, Amaro Pereira / Foto: assessoria / sindicato

No sábado, 21, o Sindicato dos Vigilantes de Barueri realizou mais uma reunião de trabalho com os trabalhadores da base a fim de analisar e debater duas cláusulas da Convenção de Trabalho: Cláusula 17ª (Ticket-refeição) e Cláusula 38ª (Uso de Aparelhos Eletrônicos).

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“Somos prestadores de serviços e não podemos ficar dependentes do acesso aos refeitórios das empresas. Merecemos este benefício”,  disse o presidente do Sindicato, Amaro Pereira / Foto: assessoria / sindicato
“Somos prestadores de serviços e não podemos ficar dependentes do acesso aos refeitórios das empresas. Merecemos este benefício”, disse o presidente do Sindicato, Amaro Pereira / Foto: assessoria / sindicato

Durante o encontro, a diretoria do Sindicato colocou para votação a possibilidade de fornecimento do ticket-refeição para todos os profissionais de segurança privada, independente da existência de refeitórios nos postos de serviço. A proposta foi aprovada por unanimidade.

“Somos prestadores de serviços e não podemos ficar dependentes do acesso aos refeitórios das empresas. Merecemos este benefício”,  ressalta o presidente do Sindicato, Amaro Pereira.

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Proibição do uso de celulares gera críticas

Outra cláusula discutida no encontro, refere-se ao uso de aparelhos eletrônicos durante o expediente. “Os trabalhadores repudiam esta cláusula, uma vez que esta não tem objetivo educativo e sim punitivo. O celular é o único meio de comunicação do profissional”, explica Amaro Pereira.

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“Além disso, este é um problema social. Com isso, não cabe aos diretores de sindicatos darem subsídios para as empresas penalizarem ainda mais os trabalhadores”, complementa ele.

De acordo com o presidente, estas cláusulas vão fazer parte das discussões da Federação, que representa os profissionais de segurança privada de São Paulo, com todos os sindicatos do estado.

“Estamos ouvindo os trabalhadores para sabermos o que realmente eles necessitam e dar prosseguimento nas lutas em prol do avanço da categoria. Neste processo, a participação dos profissionais nas nossas reuniões mensais são primordiais para obtermos uma mudança real”, conclui.

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