Empresa de Barueri que vende tapete que higieniza sapatos cresce na pandemia de covid-19

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Foto: Reprodução/TV Globo

Em meio à crise econômica gerada pela pandemia de covid-19, a Laguna Higiene & Saúde, de Barueri, teve que se reinventar e viu o seu faturamento crescer em poucos meses, passando de 15 para dois mil clientes mensais. A empresa criou um tapete que higieniza sapatos, um produto com valor acessível e muito requisitado durante os últimos meses para o combate e prevenção ao novo coronavírus.

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Antes da pandemia, a empresa fabricava produtos de polietileno para companhias aéreas e academias, mas viu 90% de seu faturamento despencar com a crise e teve que se adaptar à nova realidade. “Fomos para um segmento na área de sanitização. Tentamos unir a ideia da empresa com um produto inteligente, interessante e atual pra essa época”, explicou Peter Klaus Gessert, um dos sócios da Laguna, ao “Pequenas Empresas & Grandes Negócios”, da TV Globo.

O produto foi desenvolvido para qualquer ambiente, como casas, escritórios, consultórios médicos e odontológicos, clínicas veterinárias, entre outros espaços. Ele é vendido via site ou WhatsApp (link disponível também pelo site da empresa) e o preço varia entre R$ 120 a R$ 300.

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O tapete é divido em duas partes. Inicialmente, a pessoa passa por uma parte úmida, que contém um produto sanitizante para desinfetar a sola dos sapatos. Em seguida, pisa em outro espaço, já seco, para poder entrar em algum ambiente com o sapato limpo.

Todas as bases do tapete são antiderrapantes e a grama sintética é feita com cerdas específicas para limpeza. Nesse gramado, basta o consumidor colocar uma mistura de água com desinfetante e o tapete está pronto para ser utilizado.

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De acordo com Peter, a inovação fez com que a cartela de clientes crescesse em poucos meses. “Tínhamos 15 clientes com muito faturamento. Agora, são 500, mil, dois mil clientes. Todo mês tem mais. Os clientes que já compraram estão recomprando, mas sempre tem dois, três mil clientes novos por mês querendo nossos produtos”.

Para colocar a ideia em prática, a empresa precisou investir R$ 250 mil e adaptou os mesmos equipamentos que já utilizava na fabricação dos produtos que produzia anteriormente.

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