Fim de ano deve abrir quase 140 mil vagas temporárias no país; Secor alerta para direitos

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Ao analisar apenas o mês de março, as vendas recuaram 19,8%, segundo dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) / Foto: Eduardo Metroviche

Neste ano, a estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) é de que 138,4 mil vagas de empregos temporários serão oferecidas ao setor na época do ano em que mais trabalhadores são contratados, o Natal.

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Fim de ano é a época mais movimentada para o comércio no país / Foto: Eduardo Metroviche
Fim de ano é a época mais movimentada para o comércio no país / Foto: Eduardo Metroviche

Além disso, a CNC apresenta a previsão de que 22,8 mil trabalhadores sejam efetivados nos meses seguintes a data comemorativa. O setor de vestuário e calçados deve oferecer metade das vagas, o equivalente a 66,2 mil postos de trabalho.

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Um dado positivo para muitas famílias, já que, de acordo com a pesquisa realizada pelo portal de empregos Vagas, o emprego temporário no final do ano se tornou a salvação de muitos brasileiros endividados, que contam com essa renda extra para quitar dívidas de despesas básicas, como luz, água e impostos.

O Sindicato dos Comerciários de Osasco e região (Secor) ressalta que os trabalhadores temporários têm uma série de direitos que devem ser garantidos. De acordo com o presidente do Secor, José Pereira da Silva Neto, os direitos dos trabalhadores temporários são semelhantes aos dos efetivos que trabalham em regime celetista.

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O temporário deve exercer sua função apenas com carteira assinada. Além disso, a jornada de trabalho e a remuneração são equivalentes as dos empregados da mesma categoria. O repouso semanal remunerado, férias proporcionais, 1/3 das férias, 13º salário; e proteção previdenciária também são direitos dos trabalhadores temporários. Já o direito a aviso prévio e 40% de multa sobre o FGTS ficam de fora dessa lista de direitos”, completa Neto.

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