Foragida, Karen Gaspar tem pedido de prisão domiciliar negado

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Karen Gaspar teve prisão decretada dia 6, mas ainda não se entregou / Foto: Eudes de Souza/CMO

Ainda foragida da Justiça, com prisão preventiva decretada desde o dia 6, a vereadora osasquense Karen Gaspar (PTdoB) teve seu pedido de prisão domiciliar negado pela juíza Ana Paula Achoa Mezher, da 2ª Vara Criminal de Osasco.

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Karen já havia conseguido escapar do penitenciária de Tremembé, com determinação judicial para que, por ser advogada, ela seja presa em cela individual, com instalações e comodidades condignas, na Sala de Estado Maior.

Agora a defesa dela alegou falta de Sala de Estado Maior. No entanto, a juíza considerou que “na ausência de Sala de Estado Maior, poderá a acusada ser transferida para cela com as mesmas características da Sala de Estado Maior, ou seja, cela individual, com instalações e comodidades condignas”.

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O pedido de revogação da prisão de Karen Gaspar também foi negado. Ela e mais 13 vereadores de Osasco são acusados pelo Ministério Público estadial de fazerem parte de um suposto esquema de contratações de funcionários fantasmas para ficar com parte dos salários.

Operação Caça Fantasmas 

Entre os 14 parlamentares de Osasco acusados pelo Ministério Público, 11 estão presos desde o dia 6, na Penitenciária de Tremembé.

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O prefeito eleito Rogério Lins (PTN-Podemos), em viagem aos Estados Unidos com a família, deve ser preso na volta ao Brasil; Karen está foragida; e Andrea Capriotti, que se recupera no hospital das sequelas de um acidente de carro conseguiu na Justiça liberação para prisão domiciliar quando receber alta.

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