Geraldo Alckmin defende aumento de pena para crimes hediondos

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O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, se comprometeu a trabalhar pelo endurecimento a lei de execuções penais existente hoje no país, aumentando a pena para os crimes hediondos caso seja eleito. Em entrevista à rádio Bandeirantes nesta segunda-feira (24), o tucano defendeu a mudança da legislação para fortalecer a segurança pública e combater os crimes mais graves.

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“Os crimes hediondos, violentos, crime organizado, contra a vida devem ter a pena aumentada. Vamos endurecer mais a lei de execuções penais. É dificultar, mudar a lei para dificultar a saidinha, dificultar o benefício”, afirmou.

O candidato também defendeu outras formas de punição para crimes menos graves como forma de diminuir a população carcerária do país, que hoje está no terceiro lugar do ranking mundial, com mais de 725 mil pessoas presas.

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“Podemos ter outras formas de punição que não a privação da liberdade para crimes de menor poder ofensivo. Prestar serviço à comunidade. Nós tivemos uma experiência em São Paulo. Acho que temos que dar outros tipos de punição, de pena para esse tipo de crime”, ressaltou.

Na entrevista, o candidato afirmou ainda que, caso eleito, uma das ações de seu governo será fazer uma reforma bancária, aumentando o número de bancos no país a fim de destravar a economia e trazer mais investimento para o Brasil.

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“Isso irriga a economia. Esse é o bom caminho e precisa ter crédito mais barato. Os Estados Unidos têm 4 mil bancos. Fazer uma reforma bancária, outras formas de crédito: Fintechs, banco digital, cooperativas de crédito, simplificação tributária. Simplificar, desburocratizar, destravar a economia, trazer investimento para o Brasil. É isso que nós precisamos”, completou.

Alckmin também destacou o bom momento da economia mundial e a importância de tornar o país mais competitivo e atrativo internacionalmente para reinserí-lo no mercado.

“O Brasil tem pressa. Precisamos aproveitar esse bom momento do mundo. Economia mundial deve crescer esse ano quase 4% do PIB. Então, tem muito dinheiro. Nós precisamos trazer para o Brasil investimento para retomar o crescimento da economia”, disse.

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