Governo desmente fake news sobre plano de retomada das atividades em SP

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Foto: reprodução redes sociais

O governo do estado de São Paulo desmentiu, nesta terça-feira (26), informações divulgadas sobre o cronograma do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena. De acordo com o governo, “fake news” com “informações equivocadas” sobre o detalhamento do plano de flexibilização têm circulado na internet.

João Dória (PSDB) anunciou, na segunda-feira, que haverá novas regras para a quarentena a partir do dia 1° de junho, chamada de “quarentena inteligente”. O governo deve iniciar também um plano de retomada gradual das atividades, no entanto, o detalhamento do Plano será divulgado na quarta-feira (27).

Assim como a “quarentena inteligente”, a proposta para retomada gradual das atividades vai levar em consideração a situação de cada região. Taxa de isolamento, número de casos do coronavírus e taxa de ocupação dos leitos de UTI serão os principais critérios observados, de acordo com Doria.

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Nota de esclarecimento

Em nota divulgada nesta terça-feira (26), o governo de São Paulo afirmou que as informações divulgadas pelo Grupo Globo sobre o cronograma da quarentena “estão equivocadas”. O governo justifica ainda que um dos serviços citados pela emissora são os hotéis, que não tiveram fechamento decretado.

Leia a nota na íntegra: 

As informações divulgadas nesta terça (26) pelo Grupo Globo sobre o cronograma do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena estadual estão equivocadas. Para tanto, basta observar que um dos itens citados na reportagem são hotéis, que nunca tiveram fechamento decretado.

A reportagem tratou como fato novo informações divulgadas pelo Governo do Estado no dia 8 de maio, conforme as páginas 11 e 12 do documento anexado ao release abaixo.

O detalhamento correto do Plano São Paulo será divulgado em entrevista coletiva às 12h desta quarta (27), no Palácio dos Bandeirantes.

Plano de retomada das atividades

De acordo com as informações divulgadas pela TV Globo e circulam internet, o plano prevê quatro fases. Regiões que registrarem pelo menos 55 % de taxa de isolamento social, redução de novos casos por 14 dias seguidos e ocupação nos leitos de UTI inferior a 60 %, poderão reabrir estabelecimentos comerciais e de serviços com área igual ou inferior a 400 m².

Essa realidade pode ficar um pouco mais distante de regiões como Osasco, Barueri e Grande São Paulo, considerando a taxa de ocupação nos leitos de UTI e o índice de isolamento menor que 55 %, de acordo os últimos registros.

Regiões que permanecerem com os indicadores requisitados na primeira etapa passarão para a segunda fase, em 20 de junho, quando poderão reabrir lojas maiores, também considerando as lojas de shoppings, segundo as informações que estão circulando.

Na terceira fase estaria a reabertura de pensões, hotéis e demais serviços de acomodações. Na quarta e última fase do plano, serão reabertos setores como cinemas e teatros, igrejas, clubes, creches, escolas e universidades.

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