Idade de trabalhar

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Tadeu Morais

É secretário estadual do Emprego e Relações do Trabalho

Pesquisa do IBGE aponta que o salário médio do brasileiro chegou a R$1,9 mil, o maior desde que a Pesquisa Mensal do Emprego (PME) começou a ser apurada. O desemprego, embora com leve alta em setembro, também continua estável.
Os índices animadores levam a considerações outras, que não nos fazíamos há 20, 30 anos. Naquela época, o desemprego, grande vilão, tirava o sono do trabalhador. A inflação comia o salário já baixo recebido pelo brasileiro. Discutia-se o emprego, dificilmente a qualidade dele.
Hoje, o pleno emprego no estado nos dá possibilidade de avaliarmos onde queremos trabalhar.

A parte a ser questionada é a entrada do jovem no mercado de trabalho, que acontece cada vez mais tarde. O que fazer? Como incentivar e mostrar ao jovem que a capacitação conquistada nos bancos das escolas muitas vezes não substitui a prática?
Se o jovem não se sente incentivado, talvez o caminho inverso deva ser trilhado. O governo do estado, através da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho, possui dois programas que investem na contratação de jovens inexperientes: o Aprendiz Paulista e o Jovem Cidadão.

No primeiro, alunos das ETECs são contratados como aprendizes. O Jovem Cidadão oferece ao empresário a mão de obra dos estudantes do ensino médio.
A opção por programas como esses só traz benefícios. Ao jovem, que tem o incentivo para começar a trabalhar mais cedo; ao empresário, que garante mão de obra interessada e qualificada; ao governo, que aumenta o recolhimento de encargos sociais.
Convido os empregadores a conhecerem mais sobre essas e outras ações, através do Portal do Emprega São Paulo, e me coloco à disposição para esclarecimentos.

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