Lideranças criticam o “quanto pior, melhor” da grande mídia

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Gê, Adriana Magalhães e Roberto Trapp no evento / Foto: Leandro Conceição

Gê, Adriana Magalhães e Roberto Trapp no evento / Foto: Leandro Conceição
Gê, Adriana Magalhães e Roberto Trapp no evento / Foto: Leandro Conceição

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Repleta de críticas às “mentiras” da grande mídia, oficina de comunicação realizada pela CUT em Osasco na manhã desta quarta-feira, 16, reuniu lideranças políticas da região como o prefeito de Jandira, Geraldo Teotônio (PV) e o secretário de Comunicação de Osasco, Roberto Trapp (PT).

Eles defenderam a regulamentação dos meios de comunicação, para evitar concentração e manipulação. “Esta é uma luta de 30 anos. A gente não tem voz nem vez na política de comunicação nacional”, disse a secretária de Imprensa da CUT-SP, Adriana Magalhães.
O secretário de Comunicação da Prefeitura de Osasco, Roberto Trapp, disse que os veículos da grande imprensa “estão batendo na gente (no PT) há dez anos e ficando cada vez mais ousados, imputam em nós todos os problemas do mundo. Tudo parte para o ‘hay govierno do PT, soy contra’, o quanto pior, melhor”.

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Trapp destacou que, “grande parte da grande imprensa, dominada por meia dúzia de famílias, não tolera o PT”.
Entre os exemplos, o secretário osasquense citou o fato de o governador Geraldo Alckmin ser poupado de críticas pela crise da água no estado. “Para a grande imprensa, o problema da água é de São Pedro, não de falta de planejamento, de investimento. Mas se o próximo governador for o [pré-candidato do PT, Alexandre] Padilha e acontecer o mesmo no ano que vem, vão dizer que a culpa é toda do Padilha”.

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