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Mais um integrante do “tribunal do crime” em Carapicuíba é preso

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“Adidas” é apontado pela polícia como um dos responsáveis pelas execuções / Foto: Reprodução/Record TV

A Polícia Civil de Carapicuíba prendeu um homem de 36 anos, conhecido como “Adidas”. Ele é suspeito de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC), que seria responsável pelo “tribunal do crime” na região e cemitério clandestino descoberto em janeiro.

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De acordo com as investigações, “Adidas” é apontado como um dos responsáveis pelas execuções e exercia a função de “geral” na facção, que seria uma espécie de olheiro para saber tudo o que acontecia em Carapicuíba. Ele foi detido em casa, na cidade de Cotia, de acordo com reportagem exibida nesta segunda (7), no “Balanço Geral”, da Record TV.

Adidas esteve preso por 13 anos e responde por oito homicídios. “Ele já tem uma condenação e está na fase de regime aberto, mas isso vai ser revogado agora”, explicou o delegado Marcelo Prado, responsável pelas investigações.

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Com ele, a polícia fez também a apreensão de uma espécie de maconha sintética, que seria rara no país. O delegado afirma que “Adidas” confessou estar envolvido com o tráfico de drogas.

“O terror de Carapicuíba”, ironiza suspeito

Essa é a quinta prisão realizada pelam Polícia Civil de Carapicuíba desde a descoberta do cemitério clandestino, no Jardim Primavera. Entre os detidos estão o “Irmão da Morte” e Rincon. “Já prendemos o mandante dos crimes; o que faz o julgamento; aquele que guarda as armas; o coveiro, que faz as covas; e agora, o um dos responsáveis pelas execuções”, disse o delegado, à reportagem.

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Nos celulares já apreendidos pelos policiais, foram encontradas trocas de mensagens entre os suspeitos. “O ‘baguio’ vai ser como… Da morte. O terror de Carapicuíba [risos]”, diz um dos suspeitos, referindo-se à descoberta do cemitério clandestino.

No cemitério clandestino, localizado em uma área de 46 mil metros quadrados, foram encontrados cinco corpos de vítimas do “tribunal do crime” e a polícia acredita que haja mais. O primeiro a ser identificado foi o da escrivã de polícia Liliane Nascimento, que levou várias facadas antes de ser enterrada. A polícia prossegue com as investigações.

Com informações do “Cidade Alerta”, da Record TV.

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