Metalúrgicos de autopeças têm 9% de aumento

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O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Jorge Nazareno / Foto: Eduardo Metroviche
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Jorge Nazareno / Foto: Eduardo Metroviche

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Depois de diversas rodadas de negociação, os patrões do grupo 3 (Sindpeças, que representa o setor de autopeças), Sicetel (que representa o setor de trefilação e laminação de metais ferrosos), Estamparia e Siderurgia fizeram propostas que foram ao encontro das bases de negociação estabelecidas pelos trabalhadores da base do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região.
O acordo foi fechado na semana passada. No setor de autopeças, os metalúrgicos conquistaram reajuste de 9% e abono de 32%, pago em três parcelas. Em Sicetel, 19-3, Estamparia, Fundição e Sindsider, o reajuste é de 10%. Já para o grupo 2 e Sindal, o aumento é de 10,33%.
“Os percentuais demonstram que apesar de toda a choradeira, de todos os empecilhos colocados na mesa de negociações, a força da categoria, com as mobilizações nas portas de fábrica e no Sindicato, se mostrou decisiva para que conquistássemos um bom acordo”, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, Jorge Nazareno.
Mas o sindicalista ressalta: “Não acabou. É preciso vencer a resistência do grupo 10 (lâmpadas e funilaria). Como já faz há algum tempo, os patrões deste setor insistem em nos desrespeitar, ora não fazendo propostas, ora indo contra a realidade, inclusive, dos acordos já fechados. Por isso, a nossa resposta é a pressão, na mesa de negociações e nas fábricas deste setor”.
Confira os reajustes conquistados até o dia 26 no link: http://migre.me/sdX80.

Graficos conquistam 10,33% de reajuste

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O Sindicato dos Gráficos de Barueri, Osasco e Região (Sindigráficos) encerrou sua campanha salarial com a conquista de 10,33% de reajuste para a categoria, com data-base em 1º de novembro. O acordo foi fechado no dia 19, quando foi firmada Convenção Coletiva de Trabalho com o Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo (Sindigraf).
As empresas podem parcelar o reajuste, sendo obrigatório pagar 7% no mês de novembro e 3,11%, em cima do montante, em março de 2016. “Nosso sindicato considera o reajuste salarial uma conquista para a categoria, pois, mesmo em um ano marcado por índices de inflação altos e desemprego, conquistamos um aumento maior do que muitos sindicatos”, afirmou o presidente do Sindigráficos, Álvaro Ferreira da Costa.

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