Metro e CPTM adiam greve

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Em reunião na noite de terça-feira, 26, os funcionários do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) decidiram adiar a greve. Os Ferroviários reivindicam 7,89% de reajuste, 10% de aumento real, garantia de pagamento mínimo de R$ 5 mil no Programa de Participação nos Resultados (PPR).
A CPTM propõe 6,65% de aumento. Já o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) indica 6,6527% e mais 1,5% de produtividade. Nova audiência ocorrerá na terça-feira, 2, às 11h30. Dependendo da decisão, os funcionários da CPTM podem deflagrar greve.
Já os Metroviários de São Paulo pedem aumento salarial de 18,67%, aumento no vale-alimentação e adicional periculosidade. O Metro ofereceu 7,21%.
O tribunal propôs 7,41%, com adicional de 1,5% por produtividade, totalizando 8,82%. A audiência de conciliação da categoria está marcada para o dia 1º, dando a possibilidade de paralisação a partir do dia 2. Em caso de greve, a Justiça determina a manutenção de cerca de 90% da operação.

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