Morador do Parque Imperial é acusado de estuprar cunhada de 4 anos

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Um homem de 26 anos, morador do Parque Imperial, em Barueri, é acusado de abusar sexualmente da cunhada de apenas 4 anos. O crime teria sido descoberto pela irmã da criança e esposa do acusado.

Tudo teria ocorrido na noite de quinta-feira, 8. De acordo com Joseane de Palma Ferreira, ao dar banho na irmã ela notou sangramento nas partes íntimas da criança. Ao perguntar quem tinha feito aquilo, ouviu da menina que fora o cunhado, Fagner Oliveira Teixeira.

“Ao falar com ele, ele confessou. Disse que não sabia onde estava com a cabeça, que não queria ter feito aquilo. Na mesma hora chamei a polícia, mas ele conseguiu fugir antes que a viatura chegasse. Neste momento ele se encontra foragido e procurado pela polícia”, escreveu Joseane em uma rede social.

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Nas primeiras horas da sexta-feira, 9, foi feito um Boletim de Ocorrência (B.O) de número 788/2018 na Delegacia de Polícia (DelPol) do Jd. Silveira. De acordo com o B.O, Fagner foi enquadrado no artigo 217-A e é investigado por Estupro de Vulnerável.

Da delegacia a criança foi conduzida até o Sameb, onde passou por exames. Na perícia teriam sido constatados sinais de conjunção carnal e atos libidinosos. Segundo Joseane, a menina está bem, na medida do possível, tomando os remédios necessários e contando com o acompanhamento médico. “Ele consegui destruir a minha vida e da minha família, mas tenho fé em Deus que a justiça será feita”, desabafou.

Casada com Fagner há 6 anos, Joseane tem uma filha com ele. Por isso, diz que teme pela segurança das duas. Ela lembra que o rapaz tem parentes nas cidades de Luiu e Guanambi, na Bahia, e que ele pode ter fugido para estes locais.

A reportagem do Visão Oeste conversou também com Silvana Ferreira de Palma, mãe da vítima. De acordo com ela, a família está sofrendo ameaças. “Vamos ter que trocar o número de telefone e talvez até nos mudar por conta das ameaças que estamos recebendo, acho que da família dele”, contou.

A reportagem tentou contato com Fagner por meio do telefone informado no Boletim de Ocorrência, mas até o fechamento desta matéria não conseguiu contato. O caso está sendo investigado pela 2ª Delegacia de Polícia de Barueri.

 

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