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“O Fabão aqui respeita a zoeira, mas quer vocês bem”, diz Fábio Assunção após acordo por música

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O ator Fábio Assunção se pronunciou nas redes sociais sobre o acordo que fez para que a música que leva o nome dele tenha a renda obtida com direitos autorais para associações que tratam de dependentes químicos.

“Lembrem que o Fabão aqui respeita a ‘zueira’, ama a brincadeira, mas quer vocês bem e vivos! Fortes, felizes e conscientes de seus atos e de suas vidas”, comentou, em postagem no Instagram.

Inspirada em memes que circulam nas redes sociais relacionados ao ator, a música, de La Fúria e Bartz, diz: “Hoje eu vou beber / hoje vou ficar loucão / hoje eu não quero voltar pra minha casa não / Hoje eu vou virar o Fabio Assunção”.

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O ator disse que não endossa “de maneira nenhuma, essa glamourização ou ‘zueira’ com a nossa dor”. No entanto, ele afirma que não pensou em tentar censurar a canção: “Mas entre não censurar e deixar de conscientizar, existe um abismo que não me conforta”.

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“Decidimos entrar em contato com os meninos e tornar essa história um ato propositivo de ajuda a quem precisa e de conscientização de quem pode ainda acreditar ser um super herói. 100% dos valores arrecadados com a música serão doados para as instituições A e B que vamos informar posteriormente como um ato irmanado entre quem sente essa dor e quem tem voz para ampliar a conscientização das pessoas”, continuou Fábio Assunção.

 

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Oi Gente… eu não pretendia tornar esse assunto público por vários motivos, mas a imprensa resolveu comentar e os meninos foram bem generosos fazendo o video deles explicando nosso acordo sobre a música Fabio Assunção. Antes de qualquer coisa eu preciso falar com as pessoas que passam pelo mesmo problema que eu, cada um está nesse momento em um estágio, mas nossa natureza é a mesma. Eu não endosso, de maneira nenhuma, essa glamourização ou zueira com a nossa dor. Minha preocupação é com você que sente na pele a dificuldade e a complexidade dessa doença. Minha vontade é que você tenha sempre um diálogo aberto e encontre um lugar de afeto com sua família, amigos e com a sociedade brasileira e assim merecer respeito e direito a um tratamento digno. Para além disso, eu quero dizer que jamais me passou pela cabeça censurar a criatividade das pessoas, quando vi a tal zueira tomar proporções gigantescas como a música. Mas entre não censurar e deixar de conscientizar, existe um abismo que não me conforta. 15% das pessoas do mundo tem problemas de adicção. É muita gente sofrendo por não conseguir controlar suas compulsões e eu acho importante lembrar a todos que isso não tá escrito na certidão de nascimento. Todo mundo começa do mesmo jeito. Achando que tudo bem. E pode não terminar tudo bem. Foi pensando nisso que eu, minha equipe de comunicação e o corpo jurídico que me atende, decidimos entrar em contato com os meninos e tornar essa história um ato propositivo de ajuda a quem precisa e de conscientização de quem pode ainda acreditar ser um super herói. 100% dos valores arrecadados com a música serão doados para as instituições A e B que vamos informar posteriormente como um ato irmanado entre quem sente essa dor e quem tem voz para ampliar a conscientização das pessoas. Nós não somos super heróis. Cuide de vc, cuide de quem você ama, cuide dos seus amigos nas festas. Seja responsável. Olhe pro outro e pra você, e se estiverem passando dos limites, ativem o modo! Lembrem que o Fabão aqui respeita a zueira, ama a brincadeira, mas quer vocês bem e vivos! Fortes, felizes e conscientes de seus atos e de suas vidas. @gabrielbartz @brunomagnatareal

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Uma publicação compartilhada por Fabio Assunção (@fabioassuncaooficial) em

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