Ocupações se alastram: 191

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E.E Heloísa de Assumpção está ocupada há duas semanas / Foto: Jeferson Martinho
E.E Heloísa de Assumpção está ocupada há duas semanas / Foto: Jeferson Martinho

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Após mais de duas semanas, continuam crescendo as ocupações de escolas estaduais contra o projeto de “reorganização” das escolas estaduais que o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) pretende implantar e que prevê o fechamento de mais de 90 unidades de ensino. Até está quinta-feira, 26, eram 191 escolas ocupadas, segundo levantamento de lideranças estudantis.
Na região, são oito ocupações: Heloísa Assumpção, Coronel Antonio Paiva de Sampaio, Francisca Peralta Lisboa e Leonardo Villas Boas, em Osasco; Pequeno Cotolengo, em Cotia; Wilson Gonzaga, em Embu das Artes; E.E. e EMEF Ivani Maria Paes, em Barueri; e Josepha P. Chiavelli, em Jandira.
Na semana passada os alunos rejeitaram uma proposta apresentada pelo governo de que o plano de “reorganização” seria suspenso temporariamente caso eles desocupassem as escolas. Na segunda-feira, 23, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) negou pela segunda vez pedido de reintegração de posse das escolas feito pelo governo paulista.
Lideranças estudantis afirmam que pretendem manter as ocupações até que o governo do estado volte atrás com o plano de fechar escolas e garanta que a reorganização do ensino em São Paulo seja amplamente discutida com pais, alunos, professores e comunidades durante todo o ano de 2016, entre outras reivindicações.

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  1. As invasões das escolas estão sendo realizadas por militantes de partidos políticos, em sua maioria do PT e PCdoB. A CUT, Apeoesp, MTST e Upes são dirigidas por estes partidos. Não são manifestações dos estudantes paulistas. Estes, quando consultados, se colocam contra as ocupações e a interrupção das aulas. O único objetivo dos que invadem as escolas é colocar a opinião pública contra o governador Geraldo Alckmin. É ação partidária, de oposição, não em defesa da educação.

  2. As invasões das escolas estão sendo realizadas por militantes de partidos políticos, em sua maioria do PT e PCdoB. A CUT, Apeoesp, MTST e Upes são dirigidas por estes partidos. Não são manifestações dos estudantes paulistas. Estes, quando consultados, se colocam contra as ocupações e a interrupção das aulas. O único objetivo dos que invadem as escolas é colocar a opinião pública contra o governador Geraldo Alckmin. É ação partidária, de oposição, não em defesa da educação.

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