Rogério Silva, Maluco Beleza e Toniolo estão entre os 14 que tiveram a prisão preventiva decretada

Assim como a Lava Jato, a Operação Caça Fantasmas, do Ministério Público de São Paulo, que determinou a prisão preventiva de 14 vereadores em Osasco, nesta terça-feira, 6, também fez acordos de delação premiada. Pelo menos R$ 21 milhões teriam sido desviados em contratações de funcionários fantasmas em Osasco, segundo as investigações.

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O Ministério Público ofereceu denúncia contra os 14 vereadores, entre eles o prefeito eleito, Rogério Lins (PTN), de 11 partidos diferentes, e 205 assessores supostamente fantasmas pela prática dos crimes de organização criminosa e de estelionato, em estruturada organização criminosa voltada para a lesar os cofres públicos.

Além das prisões, a Justiça determinou o afastamento do cargo público de todos os assessores denunciados.

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Segundo o Ministério Público, até o momento, já foram realizados quatro acordos de delação premiada e cerca de R$ 200 mil estão sendo devolvidos aos cofres públicos. Os acordos já foram homologados na Justiça Criminal.

Prisões preventivas 

Foram presos preventivamente Alex da Academia (PDT), André Sacco (PSDB), Batista Comunidade (PT do B), Francisco de Paula, o De Paula (PSDB), Jair Assaf (PROS), Josias da Juco (PSD), Rogério Silva (PRB), Toniolo (PCdoB) e Valdomiro Ventura (PTN) e João Góis (PT).

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Também tiveram a prisão preventiva decretada por suspeita de envolvimento no mesmo esquema Karen Gaspar (PT do B), Olair Prado, o Maluco Beleza (PTB), Andrea Capriotti (PEN), e o prefeito eleito Rogério Lins (PTN).

Ele está licenciado do cargo de vereador e em viagem ao exterior, em Miami, nos Estados Unidos, segundo informações preliminares.

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