Os vereadores e a falta d’água

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“É a maior crise da história de São Paulo”. A frase refere-se à sensação de deserto que se encontra o maior e mais rico estado da Federação Brasileira. Com os reservatórios quase secos e sem água na torneira do povo paulista, é lamentável que o governo estadual e a sua companhia de abastecimento, a Sabesp, não tenham feito as obras necessárias para amenizar a falta de chuvas. É importante ressaltar que há anos estudos alertavam para o problema e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) não tomou as medidas cabíveis.

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Somente na crise, medidas concretas começaram a surgir. Há 10 dias o governo estadual criou o Comitê de Crise Hídrica, que reúne prefeitos de 39 cidades da região metropolitana e Prefeitura de São Paulo, Defesa Civil, sociedade civil e entidades acadêmicas, além de secretarias estaduais. O trabalho conjunto entre estes setores certamente pode ajudar no enfrentamento da crise hídrica.
O Cioeste, o Consórcio que reúne os municípios metropolitanos da região oeste, hoje presidido pelo prefeito de Osasco Jorge Lapas, vem discutindo ações que possam mitigar as consequências da seca. Recentemente, aqui em Osasco, Lapas promoveu uma medida que tem retirado, sem prejuízo ambiental, água de dois lagos do munícipio para a limpeza de vias públicas.

Os parlamentos municipais também podem e devem colaborar com essas inciativas. É imprescindível que os vereadores se mobilizem e auxiliem os governos nessa empreitada.
Para isso, é preciso retomar os trabalhos da Câmara Oeste, local onde os vereadores da região debatiam soluções conjuntas para suas cidades. Não tenho dúvida que os parlamentares podem colaborar, e muito, com os trabalhos do Cioeste no enfrentamento da maior crise da história de São Paulo.

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Aluisio Pinheiro  – Vereador em Osasco pelo PT

 

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