Osasco discute união de empresas em APLs

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A secretária Mônica Veloso e o economista Edgar Nóbrega durante o evento / Foto: Karolina Von Sidow/NO
A secretária Mônica Veloso e o economista Edgar Nóbrega durante o evento / Foto: Karolina Von Sidow/NO

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A Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Inclusão (SDTI) realizou na quarta-feira, na Fac-Fito, o seminário “A construção dos caminhos dos arranjos produtivos locais em Osasco”. O encontro teve a participação do meio empresarial, sindical e do poder público para discutir os chamados APLs, que já são realidade em outras regiões e caracterizam-se por um aglomerado de empreendimentos que atuam em torno de uma atividade produtiva predominante.

Foi apresentado durante o seminário um estudo, elaborado pela Nóbrega Desenvolvimento, que atua em parceria com a SDTI. Foram identificadas áreas em que a economia de Osasco se destaca e tem vantagem comparativa em relação a outras cidades. A fabricação de equipamentos para automóveis, de geradores e transformadores e também de instrumentos médicos são algumas das áreas onde os APLs podem ser estimulados na cidade.

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O sociólogo Marcos Godinho, que elaborou o estudo, destacou que “potencialidade não significa resultado”, ressaltando que agora é preciso identificar os grupos de empresas na cidade que podem atuar conjuntamente.
A secretária da SDTI, Mônica Veloso, disse que o ambiente econômico atual é favorável para a discussão e criação dos arranjos produtivos locais. “A crise é provocadora da economia criativa”, lembrou.

O diretor do Centro das Indústrias do Estado (Ciesp Castelo), Fabio Fonseca, lembrou o exemplo dos APLs em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista. “Lá já existe uma indústria automobilística. Aqui em Osasco temos uma diversidade de setores para levar em conta”, disse.

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A discussão sobre os APLs vai continuar com um workshop no dia 6 de outubro, com a realização de uma “rodada de negócios”.

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