Osasco encara Sesi em busca da 13ª final

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Destaque do invicto Molico, Adenízia descarta favoritismo na reta final / Foto: João Pires/FotoJump/Divulgação

Destaque do invicto Molico, Adenízia descarta favoritismo na reta final / Foto: João Pires/FotoJump/Divulgação
Destaque do invicto Molico, Adenízia descarta favoritismo na reta final / Foto: João Pires/FotoJump/Divulgação

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Leandro Conceição

Na noite desta sexta-feira, 11, Molico/Osasco e Sesi-SP fazem a primeira partida da semifinal da Superliga Feminina de Vôlei 2013/14. Invicto, com o recorde de 28 vitórias seguidas, o vôlei osasquense busca vaga em sua 13ª final seguida na principal competição do vôlei nacional, na qual luta pelo sexto título.
Nas duas vezes em que o clube de Osasco e o Sesi já se enfrentaram nesta Superliga, vitórias tranquilas do Molico, ambas por 3 sets a 1. Quem passar pela série melhor de três vai encarar na decisão Vôlei Amil, de Campinas, ou Unilever/RJ, que fazem a outra semifinal.
Apesar da campanha empolgante, a central Adenízia, um dos destaques da equipe osasquense, rejeita o favoritismo e prega humildade e foco na luta pelo título. Confira a entrevista:

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Visão Oeste: O Molico/Osasco venceu todos os jogos. Já podemos dizer que o time é favorito?
Adenízia: Não diria isso. O Molico construiu uma história. Ele não nasceu um time forte, se tornou um time forte. Então, a gente tem muito ainda que trabalhar. Chegamos até aqui com muita humildade. Espero que nossa equipe continue com essa humildade até o final do campeonato. Hoje a responsabilidade está muito em cima do Amil, que está com uma grande equipe. Foi o time que mais investiu, que mais gastou dinheiro. Mas todos os times estão na briga. É dentro da quadra que se resolve.

Qual o segredo do sucesso do Molico até aqui na Superliga?
A felicidade, humildade, o trabalho. Todas nós estamos trabalhando muito e com muita humildade, sempre aceitando os desafios.

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No ano passado o título ficou perto. Vocês ganhavam por 2 sets a 0 e levaram a virada do Rio de Janeiro. Quais as lições daquela derrota?
Não parar nunca. Ganhando de dois a zero, ganhando todos os jogos, não parar. Temos que estar focadas o jogo inteiro. No ano passado nós sofremos muito com isso [a virada do Rio de Janeiro e a perda do título] e esse ano não queremos sofrer de novo.

SEMIFINAL
Molico x Sesi-SP
Jogo 1: Sexta-feira, 11, às 21h30, no Ginásio José Liberatti (SporTV)
Jogo 2: dia 19, às 10h05, em São Paulo (Globo)
Jogo 3 (se necessário): dia 22, às 21h30, no Liberatti

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