Polícia Federal vai investigar bomba no Instituto Lula

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O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse hoje que acionou a Polícia Federal (PF) para colaborar nas investigações do atentado ao Instituto Lula, em São Paulo, na noite de ontem.

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Cardozo disse que foi informado sobre o caso e comunicou logo o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para “ver se cabe à Policia Federal fazer alguma coisa”. Ele quer que a instituição dialogue com autoridades paulistas para, dentro das sua competência, analisar o que aconteceu e tomar as decisões necessárias.

Cardozo confirmou que podem ser necessárias medidas protetivas para o instituto, diante da hipótese de atentado político no local, onde atua o ex-presidente da Republica Luiz Inácio Lula da Silva.

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A Polícia Civil do estado de São Paulo também foi acionada para investigar o caso. “Evidentemente, é uma situação que merece investigação. Claro, identificados os autores de uma iniciativa dessa natureza, é necessário puni-los”, completou o ministro.

Segundo nota divulgada pelo Instituto Lula, foi lançada uma bomba, de dentro de um carro, contra o prédio da instituição, na noite de ontem, mas ninguém ficou ferido.

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No comunicado divulgado nas redes sociais, o instituto diz que “espera que os responsáveis sejam identificados e punidos”.

A Secretária de Estado da Segurança Pública de São Paulo confirmou, por nota, o ataque à sede do instituto, que fica no bairro do Ipiranga, zona sul da capital paulista. De acordo com o comunicado, os danos materiais foram pequenos e as investigações já foram iniciadas. A nota acrescenta ainda que o titular da secretaria, Alexandre de Moraes, conversou hoje pela manhã com o ministro da Justiça.

Em nota, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, classificou o ataque ao instituto como uma “agressão à democracia”. “São inaceitáveis esses atos de violência e intolerância no nosso país”, disse Rossetto, que defendeu imediata apuração do ocorrido. “O Brasil tem um histórico de diálogo pacífico e rejeição a atos violentos, que esperamos que continue e seja ampliado”, disse o ministro. (Da Agência Brasil)

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