Por apoio a Dilma, sindicalistas da Força se encontram com Lula

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Sindicalistas em encontro com Lula
Sindicalistas em encontro com Lula

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Um grupo de 35 sindicalistas e dirigentes da Força Sindical visitou o Instituto Lula na manhã desta segunda-feira, 30, para um encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ressaltando o caráter plural da Força Sindical, os dirigentes conversaram sobre pautas trabalhistas e expressaram seu apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. O grupo destoa do presidente licenciado da central sindical, Paulinho da Força, que através de seu partido, o Solidariedade, apoia a candidatura de Aécio Neves (PSDB) e tem sido um dos mais ácidos críticos da presidente.

Entre os sindicalistas presentes ao encontro estava Jorge Nazareno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região (Sindmetal), e Mônica Veloso, também do Sindmetal e secretário de Trabalho de Osasco.

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“Apoiamos o atual projeto, que permitiu uma ascensão social sem precedentes no Brasil e é o projeto mais ligado às pautas dos trabalhadores”, disse João Carlos Gonçalves, o Juruna, que é secretário geral da Força Sindical e vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo.

O primeiro secretário da Força Sindical e presidente da Federação do Químicos do Estado de São Paulo, Sérgio Luís Leite, fez questão de lembrar que a pluralidade é uma das características da Força Sindical e que uma preocupação dos presentes é que as questões trabalhistas e sociais continuem avançando. Serginho também disse que é importante que o diálogo entre governo e movimentos sociais continue a ser cada vez mais valorizado, e que as grandes conquistas que o país está alcançando sejam celebradas à altura, e conjuntamente com os trabalhadores. “A conquista dos 10% do PIB para a Educação, por exemplo, é uma das pautas mais importantes do movimento sindical. E ela foi anunciada há uma semana, mas pouca gente ficou sabendo dessa conquista dos trabalhadores”.

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O ex-presidente Lula ouviu os sindicalistas e se disse contente com a manifestação de apoio à reeleição da presidenta Dilma, a quem elogiou. Lula citou dados da OIT, que dão conta de que o mundo perdeu 62 milhões de postos de trabalho entre 2008 e 2013, enquanto o Brasil, praticamente no mesmo período, gerava quase 11 milhões de empregos e não cortou nenhum centavo em gastos sociais, mantendo os direitos dos trabalhadores.

Também esteve presente o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, que ajudou a articular o encontro.

 

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