Por que o assédio moral é tão presente no funcionalismo?

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Um ambiente de trabalho saudável é aquele onde o profissional consegue desempenhar suas atividades com tranquilidade e desenvolver relações interpessoais baseadas em princípios fundamentais, como respeito e confiabilidade.

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Infelizmente, esta não é a realidade do funcionalismo público. Atualmente, há muitas reclamações acerca de atitudes que afetam a saúde e o bem-estar dos servidores do nosso estado, com destaque para o assédio moral.

Fico pensando e confesso: não chego a uma resposta sobre o porquê de o funcionalismo estar tão suscetível à esta prática humilhante, um verdadeiro mal silencioso, que vem crescendo cada vez mais, e pode prejudicar seriamente a saúde física e mental do trabalhador, resultando até em depressão.

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Nos quatro cantos do estado, vejo comarcas noticiarem casos de abusos praticados contra servidores, seja por chefes, juízes ou até mesmo por colegas de trabalho. Enfim, o que leva o trabalhador concursado a se sujeitar a essas mazelas?

Acredito que os motivos tratam-se do desconhecimento sobre o assunto e como enfrentar o mesmo. Nesse sentido, a Apatej está à disposição do servidor para combater esse mal e vem travando diversos embates para ver o agressor punido, chegando até mesmo a impetrar representações no CNJ e na Corregedoria.

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Atualmente, a entidade também faz parte de comissão responsável em combater ações de assédio moral no Judiciário, presidida pelo excelentíssimo desembargador Dr. Antonio Carlos Malheiros, o qual coordena o CAPS, importante ferramenta na luta contra essa prática.
Caro servidor, pedimos que não se omita frente a tais situações, pois você não está sozinho. Quanto mais denunciarmos, mais pessoas serão punidas. Contem conosco nesta luta!

Marcos Leite Penteado, diretor da Associação Paulista dos Técnicos Judiciários (Apatej)

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