Prefeitos adotam primeiras medidas para cortar gastos

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Prefeito de Itapevi quer criar Controladoria-Geral do município
Órgão vai ter como objetivo aumentar a transparência dos gastos e combater a corrupção nos órgãos públicos da cidade

Como anunciaram ao assumir os cargos, os prefeitos de Itapevi, Igor Soares (PTN), Osasco, Rogério Lins (PTN), e Barueri, Rubens Furlan (PSDB), iniciaram suas gestões adotando medidas para cortar ou evitar criar novas despesas aos municípios.
O itapeviense promove uma reforma administrativa aprovada esta semana em sessão extraordinária na Câmara Municipal. A medida, segundo o prefeito, deve gerar uma economia de R$ 1,5 milhão por ano aos cofres do município. O número de secretarias municipais foi reduzido de 20 para 16.

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Além disso, Igor Soares assinou um decreto que determina que todos os órgãos do município, com exceção das secretarias de Educação e Saúde (devido à obrigação constitucional), devem economizar de 10% a 30% do atual valor gasto. A medida abrange todas as contratações de serviços, locações de bens móveis e imóveis, materiais de consumo em geral e escritório, bem como toda despesa referente às Secretarias Municipais de Itapevi.

“A dívida do município ultrapassa os R$ 40 milhões e precisamos urgentemente reduzir gastos para que exista um equilíbrio nas contas públicas e os investimentos prioritários possam ser realizados”, destacou o prefeito Igor Soares.

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Servidores “fiscais”
O prefeito de Itapevi também assinou um decreto que estabelece “Tolerância Zero à Corrupção”. Os servidores que detectarem indícios de irregularidade na administração pública poderão informar ao prefeito ou a uma comissão com sigilo garantido, segundo a administração municipal. Igor também pretende criar uma Controladoria Geral do Município.

Energia elétrica
Em Osasco, o prefeito Rogério Lins (PTN) realiza adequações no uso de energia elétrica, que proporcionarão economia de R$ 1 milhão anualmente, segundo ele, que tem meta de reduzir, no primeiro ano de mandato, os gastos do município em 30%.
Em Barueri, contratos com empresas prestadoras de serviço são revistos ou renegociados e foi cancelado um concurso público que havia aberto 155 vagas (leia mais na página 9). Além disso, centenas de funcionários comissionados estão sendo exonerados (a prefeitura não informa o número).

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