Prefeitura tenta repatriar osasquenses isolados na Índia

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Foto: divulgação

O prefeito de Osasco, Rogério Lins, encaminhou ofício ao Ministério das Relações Exteriores pedindo que o governo brasileiro, por meio do Itamaraty, atue para repatriar grupo de brasileiros, alguns deles osasquenses, que se encontram isolados na Índia em razão das restrições de circulação também adotadas naquele país por conta da pandemia do coronavírus. Não foi divulgada a quantidade de pessoas.

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A solicitação do chefe do Executivo ao governo federal atende a pedido de familiares, que estão preocupados com a situação dos viajantes que, embora tenham sido acolhidos pela comunidade local, estariam vivendo “sem as mínimas condições, com alimentação escassa e dificuldades sanitárias”.

O documento enviado ao Ministério das Relações Exteriores diz: “Vimos solicitar que este Ministério intensifique ainda mais suas ações no sentido de viabilizar com a urgência que se faz necessária a repatriação destes brasileiros que, juntamente com suas famílias, aguardam ansiosamente pelo direito de retorno ao solo pátrio”.

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O Itamaraty respondeu ao município dizendo que, por meio do Grupo Consular de Crise e do trabalho da Embaixada do Brasil em Delhi, está “dedicado quase que integralmente a viabilizar o retorno dos brasileiros retidos na Índia. No momento, não há previsão de novo voo de repatriação saindo desse país. O rigoroso lockdown imposto pelas autoridades indianas tem criado óbice significativo às estratégias de repatriação e à operacionalização de voos comerciais. Apesar disso, conforme informação que consta no site da Embaixada em Delhi, estamos verificando a possibilidade de retorno por vias comerciais remanescentes ou por voos de repatriação organizados por outros países.”

Ainda de acordo com o Itamaraty, atualizações dessa situação serão devidamente comunicadas pelo site da Embaixada.

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O prefeito de Osasco, Rogério Lins

Rogério Lins agradeceu a resposta do Ministério e reiterou o pedido de esforço do governo brasileiro. “Temos a certeza e somos gratos pelo empenho de vocês para viabilizar o repatriamento de  nossos irmãos na Índia. Pelo alto grau de risco da saúde e da vida daqueles e pelas precaríssimas condições do momento, este fato passa para o campo de ações humanitárias. Reiteramos, pois, e contamos com um esforço, uma força-tarefa, para que possam ser repatriados imediatamente, com a urgência que o caso requer”.

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