Presidente critica “besteiras” e vice diz que temeu ter “imagem maculada”

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“Ele deve estar falando besteiras por aí, mas não posso me manifestar”, afirma Libânia / Foto: Francysco Souza

“Ele deve estar falando besteiras por aí, mas não posso me manifestar”, afirma Libânia / Foto: Francysco Souza
“Ele deve estar falando besteiras por aí, mas não posso me manifestar”, afirma Libânia / Foto: Francysco Souza

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William Galvão

Na segunda-feira, 10, o Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB), decidiu, por meio de liminar, promover o afastamento da diretoria da subseção de Osasco pelo prazo de 60 dias. A assessoria de imprensa do órgão disse apenas que o fato aconteceu “diante dos graves desentendimentos entre os dirigentes”.

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Os desentendimentos fizeram a diretoria se dividir em dois grupos. O grupo da presidente afastada, Libânia Aparecida da Silva, junto com o secretário-geral José Gomes Carnaíba e o secretário-adjunto Helber Daniel Rodrigues Martins. E o grupo do vice-presidente Antônio Carlos Fernandes, com o tesoureiro Helio Caetano da Cruz.

O vice-presidente Antônio Carlos disse que o afastamento ocorreu após “um ato de uma representação que eu fiz conta a Libânia, para tentarmos resolver uma série de problemas”. Segundo ele, “foi preciso recorrer à seccional por conta da falta de diálogo [com a presidente], atitudes dela que poderiam macular a minha imagem”. Ele afirma que “embora eu não concorde com isso, a seccional nos proíbe de comentar o caso”.
Já a presidente Libânia Aparecida não quis comentar o racha por conta da proibição. “Ele [Antônio Carlos] deve estar falando besteiras por aí, mas me desculpa, eu não posso me manifestar”.

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Nota
De acordo com nota divulgada pelo presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, a medida tem o objetivo de restaurar a harmonia na subseção e não representa prejuízo para o órgão. As acusações recíprocas estão sendo apuradas sob sigilo.
No período de afastamento, a subseção é administrada pelos conselheiros seccionais Fábio Marcos Bernardes Trombetti, Antônio Carlos Delgado Lopes e Maurício Januzzi Santos.

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