Prolongamento de avenida começa no trecho da Capital

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Os prefeitos de São Paulo, Fernando Haddad, e Osasco, Jorge Lapas, durante evento no dia 8 / Foto: Sergio Gobatti
Os prefeitos de São Paulo, Fernando Haddad, e Osasco, Jorge Lapas, durante evento no dia 8 / Foto: Sergio Gobatti

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Fernando Augusto

Na manhã do sábado, 8, os prefeitos de Osasco, Jorge Lapas (PT), e de São Paulo, Fernando Haddad (PT), tiveram encontro no CEU Jaguaré, onde anunciaram a conclusão do prolongamento da avenida Manoel Pedro Pimentel, no limite entre as duas cidades, e a construção de uma praça ao lado do Viaduto Único Galafrio.
A obra foi possível após a remoção de uma favela que ficava na divisa entre os dois municípios e vai permitir uma nova entrada para Osasco. “Na semana que vem já inicia obra de pavimentação do lado de São Paulo. Nós fizemos a parte de canalização, já haviamos pavimentado o trecho onde havia 250 barracos, que foram removidos, e além de fazer a pavimentação desse trecho de São Paulo eles vão fazer a praça também. Isso vai ajudar muito Osasco, porque pode se tornar uma das principais entradas da cidade”, disse ao Visão Oeste o prefeito Jorge Lapas.
A prefeitura de Osasco realocou 208 famílias que ocupavam área pública, que ficou conhecida como “Favela da Divisa”.
Haddad
No CEU Jaguaré foi realizado o evento Prefeitura no seu bairro, que reúne serviços da administração da Capital. O prefeito Fernando Haddad conversou com munícipes e também respondeu a alguns grupos que traziam cartazes com reivindicações, como por mais uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no Jaguaré, por moradia popular e contra a instalação de um lixão na Vila Jaguara.
Ele também foi questionado por um cidadão sobre a redução da velocidade nas marginais. O prefeito explicou que, reduzindo a velocidade máxima, aumenta-se a velocidade média dos carros, além de reduzir acidentes. “Procure se informar com quem entende. A população está muito mal informada por rádio que não sabe nada”.
Haddad lembrou a reação à construção de faixas exclusivas de ônibus, que acabaram resultando em aumento da velocidade no transporte público. “Quando fizemos corredores de ônibus foi uma gritaria. Fiquei aguentando um ano de críticas, até o usuário perceber que o transporte público melhorou”, disse.

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