Rogério Lins descarta apreensão de motos de entregadores de app que não estiverem com placa vermelha em Osasco

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Entregadores de app protestaram em Osasco contra as apreensões que teriam ocorrido na cidade vizinha, Carapicuíba / Foto: Reprodução/Redes Sociais

O prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), descartou, nesta terça-feira (16), a apreensão de motos de entregadores de aplicativos que não estiverem com a placa vermelha. Ele recebeu representantes da categoria logo após uma manifestação realizada em frente a Prefeitura contra a apreensão de motocicletas que ocorreu em Carapicuíba, no domingo (15).

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Segundo os entregadores de aplicativos, diversos motoboys tiveram suas motos apreendidas em uma das principais avenidas de Carapicuíba, na noite de domingo (15), por não estarem circulando com a placa vermelha. As apreensões teriam ocorrido com base no Projeto de Lei 130/2019 da capital paulista.

“Existia uma dúvida relacionada às apreensões de motos que não estariam com a placa vermelha. Isso ainda está em discussão e em regulamentação, mas não vai acontecer na cidade de Osasco”, declarou Lins, durante reunião que contou também com a presença de representantes da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal de Osasco, do Legislativo e das secretarias de Transporte, Segurança Pública e de Governo.

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Lins esclareceu que as apreensões com base no PL de São Paulo não abrangem Osasco. Esse mesmo PL, que gerou polêmica entre a categoria foi aprovado na Câmara do município paulista após longos debates, mas ainda não virou lei, ou seja, para entrar em vigor precisa ser aprovado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB). Já em Osasco, não existe legislação que exija a obrigatoriedade da placa vermelha para entregadores de aplicativo.

“É um momento de dificuldade e todo mundo precisa trabalhar, levar o seu pão e seu sustento para casa. O que podem acontecer eventualmente são bloqueios visando a segurança pública e a segurança no trânsito”, explicou o prefeito. “De maneira organizada e democrática, eles [os motoboys] vieram aqui. Conversamos e entramos em um denominador comum”, finalizou.

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