São Paulo implanta rede de atendimento médico à distância

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Estado clínico e tratamento de pacientes serão discutidos por videoconferência / Foto: Divulgação

Estado clínico e tratamento de pacientes serão discutidos por videoconferência / Foto: Divulgação
Estado clínico e tratamento de pacientes serão discutidos por videoconferência / Foto: Divulgação

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A rede estadual de Saúde de São Paulo terá um sistema inédito de atendimento médico à distância para auxiliar no esclarecimento de diagnósticos e no monitoramento de pacientes.
A Secretaria de Estado da Saúde está investindo R$ 3,1 milhões na implantação do sistema, que servirá como apoio ao processo de regulação de leitos e transferência de pacientes entre unidades de saúde.
O sistema auxiliará unidades de saúde que atendem à baixa e média complexidades, geridas pelo estado, municípios e instituições filantrópicas, a definirem condutas terapêuticas de tratamento e até avaliarem a necessidade ou não de remoção de pacientes para unidades de maior complexidade hospitalar.

Telemedicina auxiliará unidades a definirem tratamento

Em tempo real, por meio de videoconferência, equipes médicas da Central de Regulação da Oferta de Serviços de Saúde (Cross) e dos serviços hospitalares discutirão quadros clínicos de pacientes. Casos mais complexos ainda poderão ser discutidos com equipes médicas dos hospitais das Clínicas, São Paulo e da Santa Casa de Misericórdia.
Após a avaliação dos casos e conclusão dos quadros de saúde será definida a necessidade, ou não, da transferência dos pacientes para hospitais de referência.

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Aproximação
O objetivo do serviço é otimizar a assistência hospitalar e evitar complicações nos quadros clínicos dos pacientes, além de evitar transferências desnecessárias, de pessoas com casos mais simples e que podem ser resolvidos na própria unidade de origem.
“O uso da telemedicina no processo de regulação é um grande exemplo da importância da tecnologia no serviço público de saúde, ao aproximar importantes centros de referência às reais necessidades dentro da discussão de casos de pacientes”, afirma o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, David Uip.

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