Sindicato patronal rejeita negociação

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“Já vamos nos preparar para uma greve geral”, diz Amaro / Foto: Nova Onda
“Já vamos nos preparar para uma greve geral”, diz Amaro / Foto: Nova Onda

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Com as negativas do sindicato patronal, estão emperradas as negociações da campanha salarial dos sindicatos da Federação dos Trabalhadores em Segurança e Vigilância Privada, Transporte de Valores, Similares e Afins do Estado de São Paulo (Fetravesp).
“Já vamos nos preparar para uma breve greve geral caso não haja um acordo final justo que beneficie toda a categoria”, afirma o presidente dos Vigilantes de Barueri, Amaro Pereira.
No dia 16, após reunião entre todas as entidades da categoria e Fetravesp, foi protocolada uma pauta única de reivindicações para apreciação do sindicato patronal, o Sesvesp. Em resposta, os patrões alegaram que a crise econômica atual do país impossibilita a aprovação da Convenção Coletiva conforme solicitada e atendimento à valorização do profissional, considerando reajuste salarial de mais de 10%.
Além disso, o sindicato patronal rejeitou o pagamento em dobro de horas extras da jornada 12×36 e disponibilidade de serviços de acompanhamento psicológico.
“Mais uma vez, o patrão mostra que não tem respeito ao trabalhador e culpa a ‘crise’ econômica para não atender as nossas demandas. Quanto vale a vida de um vigilante? Há mais de 10 anos não temos um reajuste acima da inflação nem um convênio de saúde digno que atenda a nossa família”, afirma o presidente dos Vigilantes de Barueri, Amaro Pereira.

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