Sollys terá que se desfazer de uma jogadora

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A central Thaísa renovou com a equipe vice-campeã da Superliga / Foto: Fábio Rubinatto/AGF/Divulgação

A central Thaísa renovou com a equipe vice-campeã da Superliga / Foto:  Fábio Rubinatto/AGF/Divulgação
A central Thaísa renovou com a equipe vice-campeã da Superliga / Foto: Fábio Rubinatto/AGF/Divulgação

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O Sollys/Osasco tomou a virada e foi derrotado pelo Unilever/RJ na final da Superliga Feminina de Vôlei dia 7, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. As meninas de Osasco abriram 2 sets a 0 no placar, mas perderam com parciais de 22/25, 19/25, 25/20, 25/15 e 15/9. Com o título, a equipe carioca tem seis vitórias, contra três do time de Osasco, em finais da Superliga.

Para a próxima temporada, a equipe do Sollys terá que se desfazer de uma das campeãs olímpicas que compõem o elenco. Isso porque quatro atletas receberam a pontuação máxima na competição, e o regulamento da Confederação Brasileira de Vôlei determina que um clube pode ter, no máximo, três jogadoras desse nível. O objetivo é aumentar o equilíbrio da liga. Neste ano, Osasco e Rio fizeram a nona final seguida.
Portanto, o Sollys não vai contar com uma dessas jogadoras: Jaqueline ou Fernanda Garay. Sheilla e Thaísa também estavam na lista, mas foram confirmadas para a próxima temporada.

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