Suicídio cresce 30% no estado, diz estudo

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O número de mortes por suicídio cresceu 30% no estado de São Paulo de 2001 a 2014. É o que mostra o boletim da Fundação Seade divulgado nesta quinta, 8, mesmo dia em que uma adolescente de 15 anos se matou ao se jogar de um prédio no Jaguaribe, em Osasco.

De acordo com a pesquisa, no biênio 2001/2002, foram 4,3 suicídios por 100 mil habitantes, e no biênio 2013-2014, o índice passou para 5,6 por 100 mil habitantes.

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A pesquisa aponta que na maioria dos casos de suicídio consultados “houve algum relato, por parte de testemunha, de que a vítima possuía quadro de depressão, esquizofrenia, estresse ou algum tipo de desilusão, sendo muitas vezes acompanhado de consumo de drogas e álcool”.

Tramita na Assembleia Legislativa do estado projeto de lei que cria o Plano Estadual de Combate ao Suicídio (PL 1542/2015), de autoria do deputado estadual Gil Lancaster (DEM). A proposta tem objetivo de identificar possíveis sintomas que podem levar uma pessoa ao suicídio, entre eles o transtorno mental e psicológico, transtorno bipolar, esquizofrenia, alcoolismo e abuso de drogas.

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“Devemos dar total atenção a este tema, ainda mais quando vemos números como esses divulgados pela Fundação Seade”, afirma Lancaster.

Pelo projeto, fariam parte da campanha a realização de palestras aos profissionais de saúde sobre como identificar pacientes com quadro de depressão e outros transtornos, entre outras atividades.

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