Opinião – Terrorismo psicológico

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Oscar Buturi – Arquiteto urbanista e secretário adjunto de Comunicação da Prefeitura Municipal de Osasco

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Hoje, quinta-feira, 16 de outubro, perto das 8 horas, na esquina da rua Diogo Antônio Feijó com avenida Visconde de Nova Granada, em Osasco, dois homens dentro de um veículo Gol de cor preta abordaram uma mulher que se dirigia ao trabalho em seu veículo.
Emparelharam com ela no semáforo e passaram a proferir, em tom agressivo, os mais diversos palavrões contra ela e a presidenta Dilma. Obscenidades de todo tipo, coisa de gente baixa, inescrupulosa, rancorosa e intolerante.
Detalhe: o veículo da vítima tem um adesivo perfurado de apoio à candidatura da presidenta.
A mulher, obviamente, ficou extremamente assustada com o ocorrido e chegou ao serviço com as mãos tremendo. Eu me pergunto: Para que isso? Aonde vamos parar?
Não me venham dizer que isso é ação de uma minoria, pois, ainda que seja hoje, amanhã poderá não ser. É preciso dar um basta nisso!
Será que as pessoas de bem, mas que de alguma forma fomentam essa raiva contra um partido, têm compreensão de que contribuem com esse tipo de postura por parte dessa “minoria” desequilibrada e raivosa?
Será que teremos que esperar acontecer uma tragédia para que alguma providência seja tomada?
Curiosamente, até o momento, não vi nenhuma liderança política de oposição preocupada com a questão. Por que ficaria, não é mesmo?
Infelizmente, este não é um caso isolado. Há muitas pessoas preocupadas em manifestar sua posição neste pleito eleitoral. Sentem-se criminalizadas por terem posicionamento diferente de outros.
Isso não é um exagero. O ambiente virtual está repleto de manifestações do tipo que assustam até os mais experientes e calejados. A que ponto chegamos.

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