TJ-SP implementa home-office

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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) liberou 87 escreventes de 56 cartórios da capital para trabalharem no sistema home-office, duas vezes por semana. Testado em 2014 e posto em prática oficialmente no primeiro semestre desse ano, o projeto pretende aumentar em 15% a produtividade na comparação com o trabalho presencial.

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Por enquanto, a prática é focada nos escreventes técnicos judiciários, que atuam com processos digitais em cartórios judiciais e são responsáveis pelo andamento das ações, atividades de minutas e cumprimento dos expedientes.
O home-office será considerado dia normal, com jornada de trabalho e salário iguais. O auxílio-alimentação será mantido, mas não será pago o auxílio-transporte. O controle da frequência e o planejamento da atuação ficarão a cargo do coordenador do cartório.

Apenas 20% dos servidores na função, por unidade cartorária, podem fazer home-office no máximo dois dias da semana, e nunca às segundas e sextas-feiras.

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As ferramentas usadas em casa, como computador e conexão de internet, serão financiados pelo próprio funcionário. As regras para o trabalho à distância e presencial são as mesmas.

Um manual de conduta foi elaborado para estabelecer regras aos funcionários, como não comentar sobre o trabalho nas redes sociais e cumprir integralmente a jornada de trabalho.

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