Verginio elogia Bolsonaro, mas discorda de críticas aos LGBT: “Cada um tem que ser aquilo que gosta”

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O ex-deputado estadual Osasco Osvaldo Vergínio e o pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro (Patriota-RJ)

Principal representante regional do Patriota (ex-PEN), partido do presidenciável Jair Bolsonaro, o ex-deputado estadual e ex-vereador Osvaldo Vergínio tece uma série de elogios ao polêmico pré-candidato à presidência, que está em segundo lugar nas pesquisas, atrás de Lula (PT). Mas o osasquense diz ter discordâncias de Bolsonaro em temas como os LGBT e a liberação do porte de armas.

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Para Vergínio, “é uma honra ter Bolsonaro como candidato”. “É um forte candidato, uma pessoa que realmente tem programa, tem trabalho para mostrar”.

Sobre as características que mais se destacam no correligionário, Vergínio avalia: “Gosto dele porque ele é rápido para falar, ele fala as coisas que tem que falar e ‘segura a bronca’”.

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“O partido enxerga ele como uma pessoa que é um líder, tem uma porcentagem boa [de intenção de votos] e pode surpreender”, diz o osasquense.

Ele deve tentar uma vaga na Assembleia Legislativa em 2018 fazendo “dobrada” com Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), um dos filhos do presidenciável, que deve reeleição como deputado federal.

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Apesar dos elogios, Vergínio diz ter discordâncias dos Bolsonaro em polêmicas nas quais o pré-candidato à presidência costuma se envolver. “O pensamento dele é um, os meus são outros”.

Sobre as críticas de Bolsonaro à comunidade LGBT, o ex-deputado osasquense avalia: “Ele tem um jeito de falar, das pessoas que opinaram por um outro tipo de vida, que é pessoal e eu já não concordo. Assim, as pessoas… cada um que procure o seu jeito de ser, sua vida, que possa realmente fazer aquilo que gosta”.

Para Osvaldo Vergínio, “cada um tem que ser aquilo que gosta. A gente não pode achar que a pessoal tem que ser branca, preta, azul… Não pode. Tem que ser a forma que a pessoa gosta de ser”.

Sobre a liberação do porte de armas, defendido por Bolsonaro, Vergínio também afirma ser contra: “No atual momento que estamos vivendo, não dá para mexer nisso mais não. Temos de dar mais atenção às polícias para inibir a criminalidade”.

“Tem que deixar como está [o Estatuto do Desarmamento], mas dando mais apoio às polícias, fechando as fronteiras para evitar a entrada de armas pesadas”, completa o ex-deputado estadual osasquense.

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