Visão Atenta

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Má repercussão
O deputado estadual Celso Giglio (PSDB) está interinamente na presidência da Assembleia Legislativa, já que o titular, Barros Munhoz (PSDB) pediu licença do cargo até este sábado, 26. O ingresso de Giglio no cargo repercutiu mal, já que a imprensa lembrou que o ex-prefeito de Osasco é considerado um ficha-suja, desde que teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e, por isso, teve os votos anulados na eleição do ano passado.

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Defesa
Quem saiu em defesa de Giglio foi o próprio governador Geraldo Alckmin (PSDB), que foi questionado sobre o assunto nesta semana. Alckmin sustentou que Giglio ficou nesta situação somente porque não tinha apoio na Câmara Municipal. “[Quando há] uma conta rejeitada no Tribunal de Contas do Estado, se você tem maioria na Câmara, rejeita o parecer do tribunal. E quem dá a última palavra é o Legislativo. Se você não tem maioria, mantém a rejeição, você fica inelegível”, disse.

Fora da foto
Nesta quinta-feira, 24, Giglio participou de evento em Osasco onde o governo do estado entregou novos trens e iniciou obras de um complexo de manutenção da CPTM (leia na página 5). No entanto, o deputado não aparece na foto cortando a faixa da inauguração. Quem aparece ao lado de Alckmin é o prefeito Jorge Lapas (PT).

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Posse
Na segunda-feira, 21, tomou posse o novo comandante da Guarda Civil Municipal de Osasco, o inspetor Paulo Siqueira. Lapas participou do evento e disse que, em 2005, quando o ex-prefeito Emidio de Souza assumiu, foi preciso trazer alguém de fora da cidade, o que, para ele, não é mais necessário. “A GCM estava desestruturada e foi necessário que trouxéssemos pessoas de fora, como o comandante Gilson Menezes, que se dedicou no seu trabalho e ajudou a estruturar a Guarda. Hoje, temos pessoas da própria cidade capacitadas a assumir cargos de comando”, disse.

Itapevi
O presidente da Câmara de Itapevi, Paulo Rogério de Almeida, se encontrou com o prefeito Jaci Tadeu (PV) no último dia 18 para formalizar a devolução de mais de R$ 139 mil ao Executivo. O valor corresponde a verba não utilizada pelo Legislativo no exercício de 2012.

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